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Ronaldo Fenômeno é alvo de protestos de torcida do Valladolid

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O ex-atacante Ronaldo Fenômeno, dono do Valladolid, foi alvo de protestos na manhã desta sexta-feira por parte da torcida do time espanhol. Faixas contra a condução do clube foram espalhadas pelos arredores do estádio José Zorrilla.

— Ronaldo defende o Real ? Madrid? Valladolid — dizia uma das faixas, criada pela torcida “Valladolid 84”, em alusão à relação do ex-jogador com a equipe da capital.

Esse grupo de torcedores também reclamou da mudança no escudo do Valladolid, promovida em junho do ano passado. A “Valladolid 84” também reivindica que Ronaldo defenda a torcida e a instituição. Na terça-feira, ele condenou o racismo praticado contra o atacante Vini Jr, no último jogo contra o Real Madrid.

Ronaldo comprou mais da metade das ações do clube em 2018, por cerca de 30 milhões de euros na época. A equipe voltou à primeira divisão do Campeonato Espanhol nesta temporada, mas o brasileiro teve de abrir mão de sua remuneração após déficit em 2021/22.

O Valladolid ocupa a 15ª posição na tabela de classificação do Campeonato Espanhol, com 17 pontos. O time vem de derrota justamente para o Real Madrid, no último jogo em 2022.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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