MATO GROSSO
Roqueiro encontrado morto aos 49 vivia em quarto de pensão de 5,5 m² e mantinha rotina bizarra
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Shifty Shellshock, o vocalista da banda Crazy Town encontrado morto aos 49 anos, fazia uso de drogas e dava festas com várias mulheres no quarto de pensão de apenas 5,5 m² em que viveu seus últimos dias até supostamente sofrer uma overdose que o levou a óbito.
De acordo com um vizinho, o músico – cujo nome real era Seth Binzer – vivia no último andar da propriedade que alugava quartos no perigoso bairro de Koreatown, em Los Angeles. Jason Roberts, 50 anos, morava na porta ao lado do cantor, mas não fazia ideia de seu grande sucesso no final dos anos 1990 e início dos 2000.
De acordo com relatos publicados pelo Daily Mail, o apartamento de Shifty tinha espalhados medicamentos injetáveis e spray nasal Narcan entre os pertences de Binzer.
O Narcan, também conhecido como Naloxona, é um medicamento usado para reverter overdoses.
De acordo com Roberts, o músico passou a morar no local para fugir de uma namorada.
“Ele disse que estava tendo problemas com a namorada ou algo assim e é por isso que estava aqui”, disse Roberts ao tabloide britânico.
“Ele disse que estava brigando com ela e que a polícia estava indo para aquela casa. Ele teve que fugir”, confidencio
O vocalista do Crazy Town, no entanto, não ficou sozinho durante sua estadia, que teria durado, até o momento da morte, cerca de cinco dias. “Ele definitivamente tinha algumas garotas lá”, disse Roberts. ‘Uma parecia uma (mulher) alemã com brilhos por todo o rosto, então pelo menos ele se divertiu. Mas parecia que ele não dormia há dias”, afirmou.
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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá
O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.
O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.
Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.
Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.
Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.
Alex Rodrigues propõe comissão permanente
Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.
Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.
“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.
Curitiba é citada como exemplo
Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.
Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.
Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.
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