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Saiba onde estão as cinco maiores pontes em construção no Estado

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O Governo de Mato Grosso vai entregar, até o final de 2026, as cinco maiores pontes de concreto do Estado. Com extensões variando entre 390 e 1.360 metros, as novas estruturas representam a superação de obstáculos para o desenvolvimento em diferentes regiões de Mato Grosso.

A maior de todas é a que será construída sobre o Rio Juruena, na MT-208, entre Nova Bandeirantes e Cotriguaçu. Com 1.360 metros de extensão, a ponte teve a ordem de início da construção assinada em abril deste ano, com previsão de ser entregue em três anos. Além da ponte, será asfaltado um trecho de 59 quilômetros da rodovia, em um investimento de R$ 252,8 milhões.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) também está construindo uma ponte de 691 metros sobre o Rio Teles Pires, na MT-419, em Novo Mundo. Com um investimento de R$ 48 milhões, a estrutura deve ser entregue em 2024.

Outra ponte sobre o Rio Teles Pires, essa em Alta Floresta e com 550 metros, na MT-325, já está com 70% de sua estrutura construída. O valor da obra é de R$ 22 milhões. A ponte liga Alta Floresta até a divisa com o Pará, na região chamada de Porto de Areia, que concentra grande parte da produção agrícola do município.

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Já entregue, a ponte sobre o Rio das Mortes, na MT-326 em Cocalinho, é atualmente a maior de Mato Grosso. Com 483 metros de extensão e custo de R$ 51 milhões, essa ponte foi responsável por eliminar uma balsa e acabar com a fila de caminhões esperando pela travessia. Cocalinho é uma das principais produtoras de calcário de Mato Grosso.

Essas quatro maiores pontes estão eliminando balsas do caminho. Já a quinta maior ponte cria uma nova rota entre Cuiabá e Várzea Grande, ligando os bairros do Parque Atalaia e do Parque do Lago. A estrutura de 390 metros de extensão está praticamente pronta, ao custo de R$ 40,4 milhões e, no momento, o Governo trabalha na construção dos acessos à ponte.

Na lista de 10 maiores pontes de concreto de Mato Grosso, outra foi entregue pela atual gestão. É a ponte sobre o Rio Arinos, na MT-220, em Porto dos Gaúchos, com 305 metros de extensão. Outra ponte com 300 metros é construída na MT-430, em Santa Cruz do Xingu.

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As dez maiores pontes de concreto de Mato Grosso:

1) Ponte sobre o Rio das Mortes, na MT-326, em Cocalinho, com 483 metros;
2) Ponte sobre o Rio Teles Pires, na MT-441, em Nova Canaã do Norte, com 341 metros (a Sinfra-MT elabora o projeto para duplicação dessa ponte, que atualmente é uma monovia, ou seja, só passa um carro por vez);
3) Ponte sobre o Rio Teles Pires na MT-320, em Nova Canaã do Norte, com 330 metros;
4) Ponte Sergio Motta, sobre o Rio Cuiabá, com 327 metros;
5) Ponte sobre o Rio Arinos, na MT-220, em Porto dos Gaúchos, com 305 metros;
6) Ponte JK, sobre o Rio Cuiabá na Rodovia dos Imigrantes, com 300 metros;
7) Ponte sobre o Rio Juruena, na MT-170, em Brasnorte, com 300 metros;
8) Ponte sobre o Rio Cuiabá, na MT-246 em Acorizal, com 260 metros;
9) Ponte sobre o Rio Teles Pires, na MT-220 em Ipiranga do Norte, com 250 metros;
10) Ponte sobre o Ribeirão Mutum, na MT-456 em Barão de Melgaço, com 248 metros.

Fonte: Governo MT – MT

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Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

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Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

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A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

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O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

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