MATO GROSSO
Saúde Estadual alerta para importância da dose de reforço contra Covid-19
MATO GROSSO
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) alerta a população sobre a importância da dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Conforme dados do setor de Vigilância em Saúde da SES, cerca de 1,2 milhão de pessoas com condições para receberem a dose de reforço estão com o esquema vacinal em atraso.
“As pessoas que não receberam a dose de reforço, além de estarem mais suscetíveis à contaminação pelo vírus, podem ainda evoluir para um quadro mais grave da doença, pois a eficácia da vacina é maior com o esquema vacinal completo”, esclareceu o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
De acordo com o secretário adjunto de Vigilância e Atenção à Saúde da SES, Juliano Melo, idosos entre 60 e 80 anos sem a dose de reforço pertencem ao público mais vulnerável para o agravamento da doença. Segundo o gestor, essa faixa etária já tem a idade como fator de risco e muitos já têm comorbidades, o que contribui para uma possível necessidade de internação.
Os dados levantados pela SES apontam que 178.247 idosos entre 60 e 80 anos estão com a dose de reforço atrasada em Mato Grosso. O levantamento mostra que 339.475 pessoas dessa faixa etária já tomaram a segunda dose, mas somente 161.228 receberam o reforço da vacina.
“Precisamos da conscientização das pessoas para entenderem que só se vacinando vamos mitigar a circulação do vírus e, dessa maneira, reduzir mais ainda o número de internações e mortes em decorrência da Covid-19″, conclui Juliano.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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