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Seadtur alinha participação de operadores em feiras nacionais e internacionais

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A Secretaria Adjunta de Turismo – (Seadtur) reuniu, nesta terça-feira (24), mais de 40 representantes do trade turístico mato-grossense para tratar sobre a participação do Estado e de representantes do setor em 13 feiras nacionais e internacionais de turismo em 2023. O encontro foi realizado no auditório do Hotel Fazenda Mato Grosso, na Capital. 

A reunião promoveu o alinhamento do plano de trabalho do setor e reforçou a importância da participação dos operadores de turismo nos eventos dentro e fora do Estado. A equipe da Seadtur destacou aos operadores, o impulsionamento que as feiras geram nos negócios turísticos e como isso pode atrair novos visitantes aos destinos mato-grossenses. 

“A intenção do Estado é propiciar ambientes para que eles (os operadores) façam negócio, já que nós não comercializamos atrativos ou hotéis por exemplo. Esse alinhamento é necessário para aproximar o setor com o governo estadual e as prefeituras também. Esse trabalho conjunto é uma força tarefa para alavancar ainda mais o nosso turismo”, destacou o secretário da Seadtur, Jefferson Moreno.

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Em 2022, Mato Grosso esteve presente em 16 Feiras de Turismo, sendo oito nacionais e oito internacionais, além do evento “Rodadas de Negócios”. Para 2023, a expectativa é que o Estado marque presença em 13 feiras, sendo seis delas internacionais, em países como Inglaterra, Alemanha e Argentina.

Participaram da reunião a superintendente de política e promoção do turismo, Maria Letícia Costa, representantes das prefeituras dos municípios de Poconé, Jaciara, Chapada dos Guimarães e empresários do setor.

(Texto sob supervisão da jornalista Greyce Lima)

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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