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Secel prorroga prazo para inscrições nos editais Viver Cultura, Cinemotion e MT Preservar; veja datas
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O prazo final para inscrição no edital Viver Cultura – Identidades passa a ser a próxima segunda-feira (13.11). A seleção pública visa fomentar projetos culturais que proponham atividades com foco em grupos minorizados socialmente, tais como povos indígenas, povos ciganos, quilombolas, pessoas imigrantes e/ou refugiadas, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, população em situação de rua, dentre outras.
Na segunda-feira (13.11) também encerra o novo prazo para inscrição no edital Cinemotion – Desenvolvimento de Roteiros para filmes de longa-metragens. Nessa seleção pública, as propostas envolvem a elaboração do roteiro audiovisual, que incluem diversas etapas dentre as quais conceito, escritura da narrativa, universo da trama, concepção dos personagens, desenho de cenários e storyboard, planejamento financeiro e estratégia de comercialização de direitos.
Já o encerramento das inscrições no edital MT Preservar – Projetos Executivos ficou para a próxima quinta-feira (16.11). Os recursos da seleção pública irão viabilizar projetos arquitetônicos e de engenharia para imóveis tombados no Estado, cuja confecção servirá de instrumento para inscrição em outras políticas de financiamento ou para execução custeada pelo próprio proprietário.
Resumo dos editais:
Viver Cultura – Identidades
Valor total: R$ 2,8 milhões
Projetos atendidos: 56
Edital, anexos e formulário de inscrição: AQUI
Cinemotion – Desenvolvimento de Roteiros
Valor total: R$ 725 mil
Projetos atendidos: 10
Edital, anexos e formulário de inscrição: AQUI
MT Preservar – Projetos Executivos
Valor total: R$ 500 mil
Projetos atendidos: 10 a 20
Edital, anexos e formulário de inscrição: AQUI
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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