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Secel realiza pesquisa online para conhecer empreendedores criativos negros de MT

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Empreendedores negros de Mato Grosso têm até o dia 15 de agosto para preencher a pesquisa online da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) que busca identificar pessoas e negócios criativos no Estado. A proposta é que, após esta etapa, a Pasta tenha informações para subsidiar ações e projetos de desenvolvimento e fortalecimento do afroempreendedorismo em Mato Grosso.

“Esta é uma pesquisa inédita, que tem o objetivo de mapear os talentosos empreendedores criativos negros de nossa região. Queremos conhecer suas histórias e demandas. Somente com a participação de todos poderemos entender melhor o cenário atual para depois planejarmos as políticas públicas de forma mais assertiva”, explica a superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da Secel, Keiko Okamura.

O diagnóstico é uma das ações do programa Báyò, aprovado em edital do Governo Federal, e desenvolvido pela Secel. Além da pesquisa online, uma equipe da Pasta já percorreu presencialmente 10 municípios mato-grossenses para conhecer o público.

Dentre os assuntos do questionário, são solicitadas informações sobre acesso a programas de fomento ao empreendedorismo. Ainda, de outros serviços e políticas públicas, como saúde, educação e saneamento básico.

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O programa Báyò prevê ainda a realização de formação teórica e prática em temas como gestão de negócios, empreendedorismo, economia criativa e inovação. Ao fim das atividades, será realizado um grande festival, com exposição artística e feira de afroempreendedorismo.

O levantamento é executado pelo Centro Educacional Ataíse Rigo, com a participação de professores e bolsistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT).

A pesquisa pode ser acessada AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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