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Secel vistoria municípios interessados em sediar Jogos Escolares Mato-grossenses

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Para realização dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses em 2022, a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) começou a vistoriar os municípios que têm interesse em sediar os eventos esportivos. A visita técnica tem o objetivo de identificar a infraestrutura local e conversar com os gestores sobre os requisitos necessários para receber as competições.

Na manhã desta quinta-feira (24.02), a equipe da pasta estadual se reuniu com a equipe e com o prefeito de Juara, Carlos Amadeu Sirena. O município se candidatou a receber a fase de disputas regionais da Região Noroeste. Outros dois municípios também manifestaram interesse em sediar os Jogos na região: Juruena e Campo Novo do Parecis.

“Estivemos em Juruena na segunda e seguimos para Campo Novo do Parecis para a visita técnica na sexta-feira. Estamos felizes em ter mais de um município interessado por região. Isso é muito relevante, mostra a importância que os municípios dão à realização dos Jogos Escolares. Qualquer que seja a definição, temos certeza que vamos garantir a logística ideal para o maior evento esportivo escolar do Estado”, explica o coordenador de Eventos Esportivos da Secel, Adriano Augusto de oliveira.

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As próximas visitas técnicas serão em Tangará da Serra, que manifestou interesse em receber a competição da região Médio Norte, e em Cáceres, na região Oeste. Os dois municípios recebem a equipe da Secel no sábado (26.02) e na segunda-feira (28.02), respectivamente.

Na semana anterior, de 15 a 18 de fevereiro, outra equipe da Secel vistoriou os municípios candidatos à sede na região Norte: Matupá, Colíder e Alta Floresta. E a partir da próxima semana, serão visitadas as possíveis sedes das regiões Centro Norte, Leste, Nordeste, Sul/Sudeste e Sudoeste de Mato Grosso. 

Abrangendo todo os municípios do Estado, a fase de disputas regionais é dividida em 10 regiões esportivas. Nas visitas técnicas, as equipes da Secel avaliam e informam todas as providências para o bom andamento das competições, como segurança, infraestrutura dos locais de competição e de alojamento, além da organização da abertura de cada evento. 

Jogos Escolares e Jogos Estudantis 2022

Os estudantes de 12 a 14 anos participam dos Jogos Escolares Mato-grossenses. Já os alunos da faixa etária de 15 a 17 anos competem nos Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses. As duas competições abrangem modalidades coletivas e individuais, de ambos os gêneros. 

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Neste ano, as etapas regionais de modalidades coletivas das duas competições ocorrem no mesmo período e cidade-sede. De abril a junho, as equipes escolares dos municípios das 10 regiões esportivas competem pelas vagas na fase estadual. 

Já as fases estaduais dos Jogos Escolares e dos Jogos Estudantis serão realizadas em local e período diferentes, mas ambas no mês de julho. Isso para as modalidades coletivas, que são basquete, futsal, handebol e vôlei.

Para as individuais, as disputas estaduais serão divididas em duas partes, de acordo com a modalidade esportiva. As competições de badminton, ciclismo, ginástica, vôlei de praia e xadrez ocorrem em abril; e atletismo, lutas, natação e tênis de mesa, em junho.

As equipes coletivas e atletas campeões das etapas estaduais representam Mato Grosso nas fases nacionais correspondentes. Os Jogos Escolares Brasileiros serão realizados no mês de setembro, em Aracaju (SE), e os Jogos Estudantis da Juventude, no mês de novembro, em local a definir.

Fonte: GOV MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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