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Seciteci promove colônia de férias com oficinas gratuitas de ciências e robótica

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) realiza uma programação de atividades gratuitas e abertas ao público em geral como parte do projeto colônia de férias do Circuito Itinerante de Ciências de Mato Grosso – MT Ciências. A iniciativa ocorrerá no Museu de História Natural, em Cuiabá, entre 11 e 15 de dezembro.

Os visitantes poderão conferir, entre 8h e 17h, o planetário digital, óculos de realidade virtual, jogos 3D e outros experimentos científicos.

Também serão ofertadas oficinas que buscam estimular a criatividade dos alunos na solução de problemas. Com a duração de duas horas, cada tema será abordado em turmas de 20 alunos. A idade mínima para participar é de sete anos. Para menores de idade, é obrigatória a presença de um responsável durante as atividades.

Este é o segundo ano que a Seciteci participa do projeto Colônia de Férias. Nesta edição, a parceria ocorre com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Instituto Ecoss e Museu de História Natural de Mato Grosso.

Segundo o coordenador do Programa de Popularização da Ciência da Seciteci, Marcos Natanael, a ação busca proporcionar um ambiente de aprendizado, diversão e descoberta para crianças e jovens durante o final deste ano letivo.

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“Com atividades científicas lúdicas e interativas, queremos estimular a curiosidade e o gosto pelo conhecimento, mostrando que aprender pode ser divertido. É uma oportunidade única para continuar crescendo, explorando e se conectando com o universo da ciência, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e intelectual mesmo fora da sala de aula”, completou Marcos.

Para participar das oficinas é necessário realizar um agendamento até o dia das atividades através de formulário online (Acesse Aqui). Não é necessária inscrição para visitar as demais atrações.

 

Confira a programação das oficinas disponíveis para agendamento

 

11/12 (Quarta-feira)

08:00 às 10:00 – Câmara escura – Professora Liziê

14:00 às 16:00 – Foguete de ar comprimido – Professor Heraldo

 

12/12 (Quinta-feira)

08:00 às 10:00 – Disco de Newton – Professor Cleyton

14:00 às 16:00 – Robótica criativa – Professora Sophia

 

13/12 (Sexta-feira)

08:00 às 10:00 – Robótica criativa – Professora Liziê

14:00 às 16:00 – Câmara escura – Professora Sophia

 

 

Conteúdos a serem trabalhados

 

– Robótica Criativa

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Conteúdos/temas: Robótica, mecânica, eletrônica, criatividade e solução de problemas.

Objetivo específico: Estimular a criatividade dos alunos na solução de problemas.

– Oficina: Foguetes de papel

 

 

Conteúdos/temas: Geometria, conceitos de massa, leis da física clássica, lei de ação e reação, aerodinâmica.

Objetivo específico: Demonstrar conceitos físicos e matemáticos de forma prática e estimular o interesse dos alunos em participar da competição brasileira de foguetes.

– Oficina: Câmara Escura

 

Conteúdos/temas: Propagação da luz, formação de imagens, funcionamento da máquina fotográfica e do olho humano.

Objetivo específico: Promover a compreensão dos princípios básicos da formação de imagens através da construção e experimentação prática com uma câmara escura, conectando conceitos de óptica, física e história da fotografia com aplicações práticas e criativas

 

– Oficina: Disco de Newton

Conteúdos/temas: Conceitos de óptica, espectro de cores, percepção visual e história da ciência, conectando física, arte e criatividade de forma prática e interdisciplinar.

Objetivo específico: Demonstrar, de forma prática, o princípio da composição da luz branca a partir da mistura das cores do espectro visível, conforme descrito por Isaac Newton

 

*Sob supervisão de Téo Meneses

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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