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Sedec lança projeto com a UFMT para estudos de prevenção à salmonella em peixes nativos do Estado

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O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), César Alberto Miranda, e o reitor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Evandro Aparecido Soares, lançaram nessa segunda-feira (06.03) um projeto voltado a pesquisas para a prevenção e controle da Salmonella spp. nos peixes nativos de Mato Grosso. O encontro aconteceu no auditório da Sedec, em Cuiabá. 

O trabalho analisa a prevalência da bactéria no pescado com o objetivo de evitá-la, não apenas na piscicultura e nos frigoríficos. Estudos na ração e na água e boas práticas de manejo do campo já estão sendo realizados pelos especialistas, visando fortalecer a segurança alimentar e também alcançar a exportação in natura de peixes, agregando valor à cadeia produtiva do Estado. 

“Não existe desenvolvimento econômico sem pesquisa, sem o apoio da academia. A UFMT é uma instituição de prestígio na sociedade, e iremos atuar em parceria para que possamos dar segurança sanitária ao consumidor e ao comércio da piscicultura no Estado”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico.

Para o reitor da UFMT, a ação é relevante e soma ao programa de incentivo ao setor produtivo na área da agricultura e pecuária do Estado.

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“Esse projeto tem a parceria, além da UFMT, de instituições parceiras, como o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Associação dos Aquicultores do Estado de MT (Aquamat), e é relevante, pois estuda a Salmonella ssp., uma bactéria que pode acometer os peixes, principalmente os cultivados em tanques, e consequentemente trazer problemas à saúde do homem e afetar toda uma cadeia”, disse o reitor.

O projeto tem a duração de 36 meses.

A professora Luciana Kimie Savay da Silva ressaltou que os trabalhos de parceria entre o Estado e a UFMT avançaram na atual gestão, em conjunto com professores e pesquisadores das demais unidades da UFMT. “Estamos empenhados e queremos ir além. Esse apoio impulsiona ainda os estudos sobre o uso do cloro, e alternativas como ácidos orgânicos, uso de ozônio, extratos naturais, com aproveitamento de resíduos do setor de frutas nativas, que podem auxiliar o uso do cloro no frigorífico”, destacou a professora.

A reunião contou com representantes do Indea, Empaer e Aquamat. 

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Fonte: GOV MT

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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