Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Seduc destaca ações para recuperação da aprendizagem no pós-pandemia

Publicados

MATO GROSSO


O secretário de Estado de Educação de Mato Grosso, Alan Porto, acompanhado do secretário Executivo, Amauri Monge Fernandes, participou, nesta segunda-feira (18), em Brasília, da reunião do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed). O evento foi o primeiro presencial deste ano e centralizou as discussões no tema ‘Recuperação da Aprendizagem”, mas também abordou sobre a violência escolar, situação registrada no período pós-pandemia da covid-19 em vários Estados.

Na avaliação de Alan Porto, os temas abordados pelo Consed deverão nortear as discussões pelos próximos anos. “Superamos a fase pandêmica e sabemos o que precisa ser feito. A troca de experiências com os demais secretários de Educação nos ajuda na superação das desigualdades que foram ampliadas a partir da pandemia”. Ele lembra que o uso da tecnologia e a implementação do Novo Ensino Médio estão entre os desafios do ano. “Para superá-los, precisamos de uma mobilização não apenas da educação pública, mas também da sociedade em torno do tema”.

O secretário de Educação de Mato Grosso destacou destacou ainda o projeto EducAÇÃO 10 anos, que tem como objetivo alinhar questões estratégicas com ações desenvolvidas para melhorar os índices educacionais do Estado até 2032. A missão do projeto é garantir o acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes, com equidade, visando ser referência entre as 5 melhores redes de ensino público do país.

Leia Também:  Câmara de Cuiabá cassa pela segunda vez o mandato de Edna

A reunião, a segunda ordinária na gestão do presidente do Consed e secretário de Educação do Espírito Santo, Vitor de Angelo, também serviu para que os novos secretários se apresentassem. Os antigos titulares nos estados de São Paulo, Bahia, Santa Catarina, Acre, Alagoas, Amapá, Maranhão e Rondônia, deixaram os cargos para concorrer nas eleições de 2022.

O encontro também marcou outro evento promovido pelo Consed, que foi a premiação dos finalistas nas seis categorias do Prêmio Paulo Freire de Jornalismo de Educação. Realizada em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a iniciativa contemplou produções jornalísticas com o tema “Educação pública na pandemia: inovação para manter a aprendizagem e o vínculo do aluno nas escolas das redes estaduais”.

Porto também demonstrou preocupação em relação a atos isolados de violência praticados por alunos em vários estados. Situação que começa a ganhar proporção e que fez o Consed acender o sinal vermelho. O surto coletivo de ansiedade que acometeu 26 alunos de uma escola pública no Recife-PE, foi um dos casos comentados.

Leia Também:  Governo de MT investe mais de R$ 5,5 bilhões em Cuiabá e Várzea Grande

A demanda de enfrentamento à violência na escola visa ampliar a compreensão e formar uma consciência crítica sobre a violência e, assim, transformar a escola num espaço onde o conhecimento toma o lugar da força. Segundo Alan Porto, para esse enfrentamento a Seduc promove a formação continuada dos profissionais da educação, amplia as discussões sobre as causas da violência e suas manifestações, bem como a produção de material de apoio didático-pedagógico.

O presidente do Consed referendou a importância do colegiado nessa mobilização e disse que vai ampliar os canais de articulação junto os poderes, ministério público e à sociedade. “O Consed está à disposição de todos os secretários de Educação para facilitar a gestão nesse ano letivo que prossegue. Faremos tudo para contribuir”, concluiu.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

Publicados

em

Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

Leia Também:  Criança e bebê são abandonados pela mãe em casa cheia de lixo e bebida em Rondonópolis

Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

Leia Também:  Seduc vai reforçar uso da tecnologia em sala de aula durante Semana Pedagógica

Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA