MATO GROSSO
Seduc é vencedora em concurso nacional para prevenção em acidentes nas escolas
MATO GROSSO
MT já conta com Comissão Local de Segurança e Saúde do Trabalho em 94% das unidades da Rede Estadual de Ensino.
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) venceu, nesta terça-feira (10.12), a Campanha Nacional de Incentivo à implementação das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes nas Escolas – CIPA Escolar (2024).
O anúncio foi feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (SIT/MTE), do Governo Federal.
A premiação veio na categoria voltada para estados, municípios ou Distrito Federal. Mato Grosso foi considerado vencedor por apresentar o maior percentual de unidades de ensino sob sua gestão com a CIPA Escolar implementada. Como prêmio, a Seduc levou 20 notebooks e 300 camisetas do projeto.
“A nossa rede estadual de ensino já conta com a Comissão Local de Segurança e Saúde do Trabalho Escolar (CLST) em 609 das 648 escolas, representando 94% das unidades da Rede Estadual de Ensino”, explicou a secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Flavia Emanuelle.
Neste ano, o prêmio abordou o tema segurança e saúde nas escolas e no trabalho, com objetivo de incentivar a implementação de ações preventivas e reforçar a conscientização sobre segurança e saúde nas instituições de ensino em todo o Brasil.
“O resultado reflete o trabalho contínuo da Secretaria de Educação em promover ambientes escolares mais seguros e saudáveis, reforçando o compromisso com o bem-estar de toda a comunidade educacional”, concluiu Flávia.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0