MATO GROSSO
Sefaz orienta contribuintes sobre como evitar golpes no pagamento do IPVA
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Com o vencimento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2025 se aproximando, a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) alerta os contribuintes para ficarem atentos e evitarem cair em golpes ao realizar o pagamento do imposto.
A Sefaz reforça que o pagamento do IPVA deve ser feito apenas pelos canais oficiais. Esses canais incluem o site da Secretaria de Fazenda (www5.sefaz.mt.gov.br), o portal do Governo do Estado (portal.mt.gov.br), o site do Detran-MT (www.detran.mt.gov.br) e o aplicativo MT Cidadão. Garantir que o pagamento seja realizado por meio desses meios oficiais é a forma mais segura de evitar fraudes.
Uma precaução importante é evitar o uso de buscadores como Google, OperaGX, Yahoo ou Bing para procurar links relacionados ao IPVA. Muitos sites fraudulentos utilizam anúncios pagos para aparecer em destaque nos resultados de busca, especialmente ao usar termos como “IPVA SEFAZ MT”. Se for necessário realizar uma busca, certifique-se de verificar o endereço do site antes de acessá-lo.
Além disso, antes de confirmar o pagamento, é essencial verificar o nome do destinatário. No comprovante, deve constar “Estado de Mato Grosso” como beneficiário. Essa simples verificação pode prevenir que valores sejam enviados a contas fraudulentas.
Caso o contribuinte seja vítima de golpe, é importante registrar um Boletim de Ocorrência. Isso pode ser feito presencialmente em uma delegacia da Polícia Civil ou de forma online pela Delegacia Virtual. A denúncia também pode ser feita à ouvidoria da Sefaz ou pelo canal Fale Cidadão da Controladoria Geral do Estado (CGE), contribuindo para que as autoridades possam rastrear os responsáveis e tomar as providências necessárias.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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