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Sema e PM apreendem mais de 300 quilos de pescado ilegal

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Fiscais da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) e policiais militares apreenderam 325 quilos de pescado ilegal no município de Barão de Melgaço, no Pantanal. Os peixes foram encontrados na noite desta terça-feira (03.05) descaracterizados (sem cabeça) após denúncia anônima relatar que o pescado estava sendo carregado em veículo em um terreno na região.

O suspeito fugiu do local e o auto de infração de R$11.500 foi lavrado em nome do proprietário do veículo. A Lei da Pesca de Mato Grosso (Lei no. 9.096 de 2009) proíbe o transporte do pescado descaracterizado, sem cabeça ou escamas, por exemplo, porque dificulta a fiscalização tanto da medida exata do peixe, quanto a averiguação de uso de petrechos de pesca proibidos.

Todo o pescado ilegal foi entregue à Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), que foi periciado pela profissional de plantão. Após a perícia, o pescado foi doado para uma igreja evangélica na região do Cinturão Verde de Cuiabá para realização de uma ação social. Foram contabilizados dez peças de peixe da espécie cachara, pesando 42,3 quilos, e 54 peças de pintado, em um total de 283 quilos.

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A Sema reforça que a população faça denúncias como esta no 0800 65 3838, pelo 190, ou pelo aplicativo MT Cidadão.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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