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Sema faz mais de 200 atendimentos durante mutirão em Barra do Garças

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Mais de 200 produtores rurais e seus responsáveis técnicos passaram por atendimento presencial individualizado com analistas do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Seis servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-MT) estiveram em Barra do Garças entre 14 e 16 de junho para atender produtores rurais durante o 1° Mutirão Ambiental do Vale do Araguaia.

Idealizadora do evento, a produtora rural e diretora Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Teia Fava, defende que seus colegas de profissão busquem orientação diretamente na Sema. “Me surpreendeu muito a rapidez e a fluidez com que os atendimentos aconteceram”, disse.

Também produtor rural em Barra do Garças, Gilberto Quirino acompanha Teia na recomendação e destaca a importância do produtor rural participar diretamente da gestão ambiental de sua propriedade. “Se tiver outro evento, participe e se aproxime”, ressaltou.

Para a secretária Adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto, o objetivo da Sema ir a campo falar diretamente com o produtor rural e seus responsáveis técnicos é levar informação e orientar para encontrar as soluções necessárias para assegurar mais fluidez e eficiência na validação dos registros feitos no Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar).

“É importante levar conhecimento ao produtor rural para que ele saiba como ele deve fazer a gestão ambiental de sua propriedade e o processo de cadastramento ambiental rural. E assim manter esse rico ambiente natural da região seja preservado e a produção de Barra do Garças saia chancelada e acesso mercados nacionais e internacionais”, completou Luciane.

Atualmente, mais de 136 mil propriedades rurais estão registradas no Simcar e mais de 68 mil cadastros já foram analisados pela equipe de técnicos da Sema. Destes, mais de 24 mil apresentaram pendências e aguardam complementação do interessado. Em Barra do Garças, há 729 registros no Simcar, sendo que 345 processos já foram analisados.

O 1° Mutirão Ambiental do Vale do Araguaia foi realizado pela Acrimat, Imac, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Sindicato Rural de Barra dos Garças e Estratégia Produzir, Conservar e Incluir (PCI) do município. Ibama, Empaer e Instituto Ação Verde também participaram da ação. Além do atendimento individualizado para o CAR, as entidades presentes também ofereceram serviços como consultoria para adoção de agropecuária regenerativa, programa de reinserção e monitoramento, orientações para obtenção de crédito rural, dentre outros.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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