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Sema-MT barra entrada de resíduos perigosos que seriam descartados ilegalmente em Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) impediu a entrada de dois caminhões carregados de resíduos perigosos em Mato Grosso sem licenciamento ambiental. A carga foi interceptada pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) em Alto Araguaia e vistoriada pela Sema nesta terça-feira (29).

A Diretoria de Unidade Desconcetrada da Sema de Rondonópolis determinou o retorno da carga para o seu estado de origem, São Paulo. Conforme apurado durante a ocorrência, o lixo industrial poluente era composto por terra e seria descarregado em Cuiabá, no Bairro Lixeira.

“O mais importante foi ter evitado a entrada dos caminhões no estado e impedido a contaminação do solo. Estes resíduos devem ter a destinação correta para empresas especializadas, utilizados em forno em altas temperaturas ou a disposição em aterros de resíduos perigosos adequados”, explica o diretor da DUD Rondonópolis, Ailton da Fonseca.

Considerando a Lei Estadual n° 7.862 de 2012, que dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos, a exportação e o transporte interestadual de resíduos depende de prévia autorização da Sema. No entanto, não é permitido importar resíduos sólidos perigosos, apenas aqueles resíduos recicláveis. A Sema vai apurar a responsabilidade da empresa e aplicar sanções e multas cabíveis.

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Quem se deparar com um crime ambiental deve denunciar por meio dos contatos: da Polícia Militar (190), ouvidoria da Sema (0800 065 3838) ou pelo novo WhatsApp para denúncias (65) 98153-0255.

Fonte: Governo MT – MT

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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