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Semana do Cavalo movimenta R$ 60 milhões e gera cerca de 2 mil empregos no Parque Novo Mato Grosso

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Em menos de uma semana de programação, a Semana do Cavalo 2026 já movimentou cerca de R$ 60 milhões e gerou aproximadamente 2 mil empregos diretos e indiretos no Parque Novo Mato Grosso.

Os dados são de um levantamento realizado pela organização do evento e consideram a movimentação econômica gerada pelos atendimentos nos estandes, leilões, bares e lanchonetes, além dos setores pagos dos shows e das atividades realizadas no parque. Esta é a maior feira equestre da região Centro-Oeste.

“Os números mostram o potencial deste evento, que não se limita apenas aos negócios, mas também possui cunho social, com arrecadação de alimentos e ações voltadas às crianças. Nosso objetivo sempre foi criar uma iniciativa que valorizasse a cadeia da equinocultura, fortalecesse o agronegócio e, ao mesmo tempo, gerasse oportunidades e desenvolvimento para Mato Grosso. Ainda temos vários dias de programação pela frente, e a expectativa é de que esses resultados continuem crescendo até o encerramento”, reforçou Caê Póvoas, idealizador do evento.

No local, foram montados mais de 20 estandes.

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Os leilões também se destacam, funcionando como uma importante vitrine para a comercialização e valorização da genética equina, especialmente da raça Quarto de Milha.

Somente nessa atividade, cerca de 500 contratações foram realizadas. Nesta edição, estão programados sete leilões.

O leilão de gado érealizado em formato virtual, com transmissão ao vivo diretamente do tatersal da Semana do Cavalo, permitindo que o público acompanhe a movimentação presencialmente no parque.

Já os demais leilões acontecem de forma presencial, reunindo criadores, compradores e investidores do setor.

A programação segue até o dia 15 de março e inclui exposições, feira de negócios, leilões de equinos, bovinos e muares, shows regionais e nacionais, praça de alimentação, rodeio em carneiros, palestras técnicas e diversas competições.

Para este fim de semana, estão previstos shows nacionais com Zé Vaqueiro, na sexta-feira (13), e a dupla Jads e Jadson, no sábado (14). A entrada é gratuita, com incentivo para que os visitantes contribuam com a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais.

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Estrutura

Com uma área de aproximadamente 300 hectares e infraestrutura de padrão internacional, o Parque Novo Mato Grosso recebe o evento com novas pistas de provas projetadas para oferecer alto desempenho nas principais modalidades equestres, como Ranch Sorting, Team Roping, Três Tambores e Hipismo.O espaço conta ainda com amplo estacionamento, áreas de lazer, sanitários e segurança.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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