Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Servidor da AL abusava de assassino desde os 14 e pagava R$ 4 mil

Publicados

MATO GROSSO

O delegado Hércules Batista afirmou que o servidor da Assembleia Legislativa, Wanderley Leandro Nascimento da Costa, de 36 anos, abusou de um de seus assassinos, Richard Estaques Aguiar Silva Conceição, desde que ele tinha apenas 14 anos.

À Polícia, Richard alegou que atualmente recebia o montante de R$ 4 mil por mês por parte do servidor. Dois irmãos menores de idade do rapaz, que hoje tem 19 anos, também eram vítimas de Wanderley.

Já o segundo autor do crime, Murilo Henrique Araújo de Souza, de 18 anos, tinha uma relação bem mais recente com o assessor, que também pagava pelos serviços sexuais. Murilo e Richard se conheceram por causa do Wanderley.

“O vínculo do Wanderley com o Murilo era recente, eles se conheceram há poucos dias atrás. O Murilo morava em Sinop, desceu para Cuiabá e conheceu o Richard. Ali eles decidiram ficar na casa do Wanderley”, afirmou.

Wanderley demonstrou interesse em abusar também do irmão do Murilo. Segundo o delegado, a morte do servidor foi uma vingança motivada pela  exploração sexual de menores.

Leia Também:  Em MT, 71 cidades despejam 2 mil toneladas de resíduos em "lixões"

MIDIA NEWS

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Carro fica completamente destruído em colisão com carreta na BR-163 em Sinop e motorista sobrevive

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA