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Servidores públicos realizam baile de carnaval para pacientes da Associação Pestalozzi de Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) realiza nesta terça-feira (14), das 9h às 11h, uma ação social voltada aos pacientes da Associação Pestalozzi de Cuiabá. Com música, lanche e alegria, os servidores públicos proporcionarão momentos de alegria na instituição. 

O “Bloquinho Sedec na Pestalozzi” será animado pelo Corpo Musical da Polícia Militar, com as famosas marchinhas de carnaval e muita alegria.

A Associação é uma organização sem fins lucrativos, que auxilia pessoas com deficiência a se tornarem autônomas, com atividades artísticas como música, teatro, entre outras ações especializadas, além de serviços sociais de apoio à saúde e educação especial, com o objetivo de proporcionar qualidade de vida e autonomia a esses pacientes.

O baile de carnaval promovido pelos servidores da Sedec faz parte do calendário de ações sociais realizadas pelo órgão estadual. Durante todo o ano, os servidores de forma voluntária se organizam e arrecadam fundos para apoiar instituições filantrópicas que tanto ajudam a sociedade.  

O evento que acontece na sede da Associação Pestalozzi busca levar qualidade de vida, alegria, interação social a todos os pacientes e voluntários que se dedicam a nobre causa de ajudar e se doar aos que mais precisam.

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Bloquinho Sedec na Pestalozzi de Cuiabá

Data: 14.02.2023
Horário: 9h às 11h
Local: Rua Parnaíba, n° 351, Bairro Praeiro, Cuiabá

A Corpo Musical da Polícia Militar vai animar o dia dos pacientes com as famosas marchinhas de carnaval e muita alegria.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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