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SES orienta sobre como evitar a febre maculosa e alerta que morte de capivaras não ajudam no combate

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A Secretária de Estado de Saúde de Mato Grosso publicou um informe epidemiológico sobre Febre Maculosa Brasileira (FMB) no estado, na última quarta-feira (21). No documento, a Pasta sinalizou algumas orientações para evitar a doença, que é causada, principalmente, pelo carrapato estrela, e visto em ambientes rurais e silvestres. A doença teve repercussão nacional após vitimar quatro pessoas durante um surto em Campinas.

A FMB é uma zoonose emergente causada por bactérias do gênero Rickettsia, transmitidas principalmente pela picada de carrapatos, geralmente o carrapato estrela, visto normalmente no ambiente rural e silvestre em equinos, bovinos, capivaras, gambás e outros animais.

Os sintomas da doença costumam ser abruptos, que surgem entre 2º ao 14º dia após a picada do carrapato. Incluem febre (presente em quase 100% dos casos), dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, dor muscular constante (Mialgia), entre outros.

No entanto, o diagnóstico oportuno é muito difícil, principalmente nos primeiros dias de doença, pois as manifestações sintomáticas são parecidas com outras doenças como dengue, hepatite viral, malária, pneumonia e várias outras.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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