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SES realiza encontro estadual para debater a proteção de jovens contra o tabaco

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A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) realiza, nesta sexta-feira (24.05), o Encontro Estadual de Mobilização em Alusão ao Dia Mundial sem Tabaco. O evento será transmitido virtualmente e tem como debate central o fortalecimento das redes para a proteção de crianças e adolescentes contra a interferência da indústria do tabaco.

A temática foi sugerida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e é seguida pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca). Em Mato Grosso, o encontro é organizado pela Área Técnica de Enfrentamento ao Tabaco e seus Derivados, da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES, e voltado para profissionais, estudantes e população em geral.

As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de maio, por meio deste link, e a transmissão será feita por meio do canal no YouTube da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso (ESP-MT).

Compõem a programação do encontro a chefe da divisão de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco do Inca, Maria José Domingues da Silva Giongo; a médica pneumologista do Hospital Universitário Júlio Muller, Solange de Morais Montanha, o responsável técnico pelo Programa Saúde na Escola em Mato Grosso, Milton Fleury, e a responsável técnica pelo Enfrentamento ao Tabaco e Seus Derivados em Mato Grosso, Milady da Silva Oliveira. Veja a programação completa em anexo.

O evento contará, também, com a participação dos responsáveis pelo Programa Nacional de Controle do Tabagismo de cinco municípios do estado (Alta Floresta, Juína, Ipiranga do Norte, Sorriso e Sinop), que irão compartilhar experiências exitosas no desenvolvimento de boas práticas relacionadas à prevenção e ao tratamento do tabagismo.

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O superintendente de Atenção à Saúde da SES, Diógenes Marcondes, destacou a importância do Encontro Estadual e enfatizou a necessidade de proteger os jovens do tabagismo.

“Este evento é fundamental para reforçar nossas estratégias de prevenção e controle do uso do tabaco entre os jovens, promovendo um futuro mais saudável para as nossas crianças e adolescentes,” afirmou Marcondes, ao ressaltar que a transmissão virtual do encontro amplia o alcance da ação.

De acordo com a coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde da SES, Rosiene Pires, a SES assume a coordenação desta campanha junto aos municípios mato-grossenses a fim de fortalecer as ações.

“A Área Técnica de Enfrentamento ao Tabaco e Seus Derivados da SES assume o papel de coordenar a campanha no Estado para a realização de ações de promoção da saúde e proteção das crianças, adolescentes e jovens da interferência da indústria do tabaco. O objetivo é minimizar os riscos da problemática apresentada no cenário atual do tabagismo em Mato Grosso, munindo profissionais e a comunidade em geral com informações fidedignas, para que sejam parceiros neste enfrentamento”, avaliou.

Enfrentamento ao tabaco

O Encontro Estadual ocorre em alusão ao Dia Mundial sem Tabaco e é celebrado anualmente em 31 de maio. A data foi criada em 1987 pela OMS para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. No Brasil, há um conjunto de ações nacionais que compõem o Programa Nacional de Controle do Tabagismo, coordenado pelo Ministério da Saúde através do Inca.

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O tabagismo é uma doença que afeta milhares de pessoas todos os anos e acarreta prejuízos para a sociedade. Além de causar enfermidades que sobrecarregam os serviços de saúde, o tabagismo também está relacionado a uma cadeia que envolve danos ao meio ambiente, poluição ambiental, incentivo à monocultura e, no que tange ao público infantil e juvenil, estímulo ao consumo e exploração de mão de obra infantil.

Como forma de frear o consumo de narguilé, cigarro eletrônico e outros Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu pela proibição dos DEFs no Brasil, por meio da Resolução de Diretoria Colegiada Nº 855, de 23 de abril de 2024.

“É preciso que o Estado e os municípios mobilizem ações de prevenção, redução e controle do uso do tabaco, incluindo ações educativas, legislativas, econômicas, ambientais, culturais e sociais para a promoção da saúde e de ambientes livres do tabaco”, finalizou a responsável técnica pelo Enfrentamento ao Tabaco e Seus Derivados da SES, Milady Oliveira.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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