MATO GROSSO
Sesc Arsenal promove feira de artesanatos feitos por idosos nesta sexta (21)
MATO GROSSO
O Sesc Arsenal promove, nesta sexta (21), uma feira para exposição e comércio de produtos fabricados por integrantes do ‘Sesc Conviver’. O projeto, desenvolvido pelo Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), realiza encontros com atividades de lazer, confraternização e educação para o público acima de 60 anos.
Com entrada gratuita, o evento contará com a oferta de artigos produzidos pelo grupo de manualidades do Sesc Arsenal, composto por 35 mulheres com idades de 60 a 85 anos. Semanalmente, elas se reúnem na unidade para confeccionar os tapetes, panos de prato, toalhas e outros objetos de crochê, tricô e bordado que serão vendidos na feira, no jardim da unidade.
De acordo com Cleonice Medeiros (73), a relação entre as integrantes é de incentivo e troca. “Desde janeiro, ensino técnicas de bordado, tricô e tear no Sesc Conviver como forma de manter a mão e a mente ocupadas, assim como já aprendi muitas coisas com as colegas. A feira é uma oportunidade de mostrar nosso trabalho e conquistar novos clientes”, afirma a artesã. Todas as sextas-feiras, as alunas se reúnem na unidade do Sesc-MT para compartilhar o amor pelas linhas e agulhas.
Com o objetivo de proporcionar o resgate do convívio e participação social, exercício da cidadania e melhora da qualidade de vida para idosos acima de 60 anos, o ‘Sesc Conviver’ é realizado nas unidades Sesc em Cuiabá, Rondonópolis e Alta Floresta. Confira a agenda dos próximos encontros abertos a novos integrantes.
Cuiabá
O Sesc Dr. Meirelles, localizado na região leste da capital, desenvolve, às sextas-feiras, atividades relacionadas ao processo de envelhecimento saudável abrangendo saúde, lazer, educação, cultura e assistência. Dentre as ações recorrentes estão rodas de conversa, oficinas, palestras, dinâmicas e bingo. Ainda em Cuiabá, o Sesc Arsenal recebe novos integrantes para projeto nas segundas e quartas-feiras.
Alta Floresta
Ao norte de Mato Grosso, o Sesc Alta Floresta oferece ao público do projeto Sesc Conviver às quintas-feiras, com bingo, exercícios de fortalecimento muscular, dança, rodas de conversa e palestras.
Na próxima semana, a programação em Alta Floresta conta com oficina de confecção de caixa organizadora. Feita a partir de materiais recicláveis, a atividade incentiva novos aprendizados, além de fomentar o senso de sustentabilidade e sociabilidade. A prática será realizada na unidade descentralizada (Fundação Servir), na próxima quarta e quinta-feira (26 e 27 de julho).
Rondonópolis
No Sesc Rondonópolis, os encontros acontecem às quartas e sextas-feiras. Entre as atividades realizadas durante o projeto estão laborterapia, artesanato, fortalecimento muscular e hidroginástica recreativa.
O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
SERVIÇO
‘Feira de Artesanato’
Quando: Dia 21 de julho (sexta-feira), das 14h às 18h
Onde: Varanda do Sesc Arsenal (Rua 13 de Junho, 1435, Centro-Sul, Cuiabá – MT)
Entrada gratuita
Encontros do Sesc Conviver no Sesc Arsenal
Quando: Às segundas e quartas-feiras, às 14h
Onde: Sesc Arsenal (Rua 13 de Junho, 1435, Centro-Sul, Cuiabá – MT)
Entrada gratuita
Encontros do Sesc Conviver no Sesc Alta Floresta
Quando: Às quintas-feiras, às 13h
Onde: Unidade descentralizada do Sesc Alta Floresta (Fundação Servir – Rua França s/n – Bairro Vila Nova – MT)
Entrada gratuita
‘Sesc Conviver – Oficina de Caixa Organizadora’
Quando: 26 (quarta-feira) e 27 (quinta-feira), às 13h
Onde: Unidade descentralizada do Sesc Alta Floresta (Fundação Servir – Rua França s/n – Bairro Vila Nova – MT)
Entrada gratuita
Encontros do Sesc Conviver no Sesc Dr. Meirelles
Quando: Às sextas-feiras, às 14h
Onde: Sesc Dr. Meirelles (Av. Dr. Meirelles, nº 3.476, São João Del Rei, Cuiabá – MT)
Entrada: Gratuita para comerciários, pessoa com deficiência, doadores de sangue e idosos com mais de 60 anos. Público-geral: R$8,50 (meia) e R$17,00(inteira)
Encontros do Sesc Conviver no Sesc Rondonópolis
Quando: Às quartas e sextas-feiras, às 13h
Onde: Sesc Rondonópolis (Alameda dos Cravos, S/N – Quadra 197 – Residencial Colina Verde – Sagrada Família, Rondonópolis – MT)
Entrada gratuita
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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