MATO GROSSO
Sesp entrega pistolas Glock para unidades especializadas da PM em Cuiabá
MATO GROSSO
Ao todo, foram 288 armas da fabricante Glock, uma das melhores do mundo. O Gaeco recebeu 29 pistolas, o Tribunal de Contas do Estado, 44, o Gefron recebeu 150 e o Ciopaer, 65. O armamento faz parte do conjunto de 6 mil pistolas que serão entregues a todos agentes de Mato Grosso para que o policial tenha sua própria pistola de cautela permanente, para desempenhar o trabalho na Instituição.
“Cada um de nós cuidará do próprio armamento, com uma arma moderna em nível de mundo. Teremos um cuidado especial, cada um com seu equipamento. Não só as pistolas, entregamos fuzis para as forças especializadas e para os comandos regionais do interior do estado. Foram fuzis, espingardas 12, chegando em todos os municípios e todas unidades da Polícia Militar, seja qual distância for”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, coronel César Augusto Roveri.![]()
O comandante-geral da PM, coronel Alexandre Mendes, lembrou os problemas enfrentados pelos policiais em gestões anteriores e destacou o planejamento atual do Governo do Estado.
“Em anos anteriores, cinco ou seis anos atrás, tínhamos viaturas paradas por falta de equipamento de locação. Não tínhamos combustível, manutenção de viatura, e alguns policiais tiveram que pagar por munição para efetuar o treinamento de curso. Nessa atual gestão, o governador tem pensado muito em planejamento e adquirimos 900 mil munições 9.mm para toda a Polícia Militar, 720 espingardas benelli calibre .12, e ainda falta chegar mais 360. Já adquirimos munição antimotim para serem utilizadas nas espingardas, 300 fuzis blackout 300, da Tauros, e já distribuímos para a Força Tática. Para o Bope, adquirimos fuzis Sig Sauer, que já estão em uso, ou seja, estamos investindo na Segurança Pública”.
Também acompanharam o evento de entrega o senador Jayme Campos, coronel Vitor Fortes Pereira, coordenador militar do TCE, coronel Paulo César da Silva, coordenador militar do Gaeco, tenente-coronel Ernesto Xavier Lima Júnior, coordenador do Cioper, tenente-coronel Manoel BugalhoNeto, comandante do Gefron, coronel Wilker Sodré, subchefe de Estado Maior, coronel Antônio Gilvan de Souza, comandante de policiamento especializado, coronel Cláudio Fernando Carneira, secretário-adjunto de Integração Operacional, Delwison Sebastião Maia da Cruz, coronel da reserva remunerada, e João Batista, coordenador-ajunto do Gaeco.
Modernização
Nesta semana, os Comandos Regionais de Peixoto de Azevedo e Nova Mutum também receberam 330 pistolas calibre .9mm e quatro fuzis novos. No mês de maio, o Governo de Mato Grosso entregou 2,6 mil pistolas aos 1º e 2º Comandos Regionais, de Cuiabá e Várzea Grande, respectivamente, 300 pistolas para o 6º CR, situado em Cáceres, 147 pistolas para o 12º CR, em Pontes e Lacerda, 126 para o 10º CR, em Vila Riva, e 196 para atender o 13º CR, em Água Boa.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.
A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.
No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.
Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.
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