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Setasc orienta moradores de Cuiabá beneficiados com cartões do Programa SER Família

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Cerca de 500 moradores de Cuiabá beneficiados pelos cartões do Programa SER Família, gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social (Setasc), participaram, na noite de segunda-feira (04), da primeira reunião de acompanhamento e monitoramento sobre a ação. O Programa SER Família foi idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

A reunião foi realizada no Centro Comunitário do Bairro São João Del Rei. Participaram moradores residentes nos Bairros Manduri, São Sebastião, Osmar Cabral, São João Del Rei e São Francisco.

Na oportunidade, foi realizada uma palestra sobre o Programa SER Família Capacita. A capacitação de ao menos um membro da família é um dos requisitos necessários para a continuidade do recebimento do benefício. Atualmente, em Cuiabá, 8.522 famílias são beneficiadas com cartões do SER Família.

“Essa grande reunião tem o objetivo de realizar o acompanhamento familiar das famílias e ofertar para elas os cursos de capacitação, que é uma das condicionalidades da lei para que recebam o benefício. Viemos falar do que é o programa, o que ele traz de melhoria, e que os beneficiados comecem a se enxergar em uma capacitação e futuramente no mercado de trabalho”, disse a secretária adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família (Sappeaf), Juliane Antunes Maciel.

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Para Regina Lúcia da Silva, beneficiária do cartão SER Família, o benefício veio em boa hora. “O benefício veio em muito boa hora pra mim e minha família. Graças a Deus, com ele eu consigo colocar as coisas dentro de casa. A reunião aqui é muito importante pra gente saber certinho o que tem de fazer pra manter o benefício, né”, declarou.

“Esse tipo de reunião que estão fazendo é importante, porque assim a gente fica ciente das coisas, de que tem que se capacitar pra ter o cartão. E o benefício está sendo muito bom pra minha família, porque meu marido teve um AVC, ficou inválido, não trabalha mais, e o cartão dá uma ajuda muito boa”, afirmou Juvanice Maria de Almeida, moradora do Bairro São João Del Rei.

A expectativa é de que outras reuniões sejam realizadas em mais bairros da Capital, mas ainda sem data definida. As reuniões são necessárias para o acompanhamento familiar dos beneficiários do SER Família em Cuiabá, realizado pela Setasc. Nos municípios do interior, esse acompanhamento é realizado pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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