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Sete vereadores de Tangará votam contra botão do Pânico nas escolas

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Com a proposta de levar mais segurança para as escolas de Tangará da Serra, os vereadores Ademir Anibale (MBD), Eduardo Sanches (Republicanos), Fábio Brito (PSDB) e Horácio Pereira (União Brasil ), criaram o projeto de Lei 16/2023, que prevê a instalação do Botão do Pânico em todas as unidades de ensino. Porém, a propositura foi reprovada na Câmara Municipal.

O aplicativo Botão do Pânico é um mecanismo desenvolvido e utilizado para as ocorrências de violência doméstica, porém sua utilização nas escolas seria utilizada com a finalidade de facilitar o acesso às forças de segurança, reduzindo o tempo de espera em eventual ocorrência de integridade física dos alunos, professores e demais funcionários das instituições de ensino.

A Segurança nas escolas é uma preocupação dos parlamentares. A instalação seria em locais estratégicos das unidades de ensino e que poderia ser uma medida eficaz para garantir a segurança de todos os envolvidos no ambiente escolar.

Com a instalação do botão do pânico, os alunos, professores e funcionários teria o acesso rápido e eficiente a forças de seguranças. Além do equipamento, as escolas estariam responsáveis por campanhas educativas que contribuam para a conscientização e segurança do ambiente escolar, além de colaborar com as medidas de prevenção.

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“Quem perde com essa situação é a sociedade, uma vez que a Câmara Municipal não consegue ser protagonista com tema de segurança nas escolas que precisa ser debatido e além disso, ser executado. Nosso projeto é continuar e mesmo com ele reprovado não deixaremos de fazer as cobranças necessárias”, pontua vereadores propositores.

Votos contrários

Os vereadores que votaram contra foram, Rogério Silva (União Brasil), Elaine Antunes (PODE), Hélio da Nazaré (PSD), Professor Sebastian (Cidadania), Nivaldo Leiteiro (PODE), Edmilson Porfírio (PODE) e Dona Neide (PSDB).

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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