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Sindessmat prepara criação de Grupo de Trabalho de RH e DP para empresas de saúde em 2026

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O Sindicato das Empresas de Serviços de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat) prepara para 2026 a formação do Grupo de Trabalho (GT) de Recursos Humanos e Departamento Pessoal, iniciativa voltada às empresas de saúde associadas. O objetivo é reunir lideranças dessas áreas para debater temas estratégicos da rotina empresarial, com foco na redução de passivos trabalhistas e previdenciários e no fortalecimento da gestão de pessoas.

O GT será composto por profissionais de RH e DP das associadas e contará com cinco encontros presenciais, realizados mensalmente a partir de fevereiro de 2026. A programação abordará assuntos essenciais para o dia a dia das empresas, como registro de ponto e jornada de trabalho, Segurança e Medicina do Trabalho (NR-32), regime de tributação e encargos trabalhistas (INSS, FGTS e IRPF), pagamento a autônomos e terceirizações, rescisão contratual, além de controles e rotinas do Departamento de Gestão de Pessoas, entre outros temas relevantes.

A proposta é que os encontros sejam conduzidos de forma prática e aplicada, capacitando os participantes a auditarem os processos realizados pela contabilidade na área de gestão de pessoas. A iniciativa busca preparar as empresas para identificar falhas, corrigir procedimentos e adotar práticas que contribuam para a redução de riscos trabalhistas, promovendo um crescimento empresarial mais sustentável.

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“A auditoria trabalhista, um dos focos do GT, é considerada uma ferramenta estratégica para prevenir litígios, evitar infrações legais e corrigir inconsistências internas, garantindo maior conformidade com a legislação e fortalecendo a organização como um todo. Mesmo após o encerramento dos encontros, o grupo será mantido, com o objetivo de estimular o aprendizado contínuo e a aplicação prática do conhecimento adquirido”, explica a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West.

Cada empresa associada ao Sindessmat terá direito a inscrever gratuitamente um representante das áreas de RH ou DP para participar dos encontros e integrar o Grupo de Trabalho.

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Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios

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A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.

A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.

Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.

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No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.

A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.

Barreiras

Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.

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Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.

Sobre a pesquisa

O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.

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