MATO GROSSO
Sine Municipal oferece espaço para empresas realizarem entrevistas de emprego
MATO GROSSO
Além dos serviços já conhecidos, como ofertas de emprego, cadastro e captação de vagas, emissão de Carteira de Trabalho Digital e orientações para obter Seguro Desemprego, o Sine Municipal oferece também um serviço para as empresas: um espaço físico para que os empregadores realizem entrevistas de emprego para quem está à procura de recolocação no mercado de trabalho.
“A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, oferece um serviço chamado “Sala do Empregador”. Este serviço permite que as empresas façam entrevistas de emprego com candidatos em um espaço do Sine. Temos duas unidades que oferecem este espaço: uma é no Sine do Coxipó e a outra é no Sine Central, anexo ao Cuiabanco”, revelou Dagmar Arantes, gerente do Cuiabanco.
Bárbara Denna, analista de RH das Lojas G, realizou entrevistas durante esta semana no espaço oferecido no Sine Central e aprovou a iniciativa. “Estamos utilizando o espaço do Sine para conduzir entrevistas para a contratação de uma equipe de 65 pessoas para a nova loja que será inaugurada em breve. Sempre que fazemos contratações desse tipo, firmamos parcerias locais para auxiliar no processo de emprego na cidade. Temos três horários de agendamento: às 8h, às 10h30 e às 13h30. Durante o dia, realizamos entrevistas e aplicamos testes aos candidatos. Os retornos positivos são dados em até três dias, enquanto os retornos negativos são comunicados se não houver contato em três dias. O espaço do Sine é fundamental para nossas seleções. A cidade tem sido bastante receptiva, apoiando a geração de empregos e a economia local. Essa parceria é vital para nós, pois, mesmo tendo outras lojas, não temos sempre um espaço apropriado para entrevistas”, elogiou. As entrevistas de emprego para a nova unidade das Lojas G continuam até a próxima segunda-feira (21).
“Para usar o espaço, as empresas devem procurar o Sine Coxipó ou o Sine Centro para fazer a solicitação e a reserva da sala. A Sala do Empregador é uma ótima maneira para as empresas encontrarem candidatos qualificados para suas vagas. O serviço é gratuito e as empresas podem usar o local quantas vezes forem necessárias”, concluiu Dagmar.
Atendimento:
-Sine Coxipó (das 7h às 17h): Telefone e Whatsapp: (65) 3675-3113/ 99337-2799 / Endereço: Rua F-8, nº 9, bairro Vista Alegre (atrás da Policlínica do Coxipó)
-Sine Centro (das 9h às 16h): Telefone: (65) 3321-0572 / Endereço: Rua Campo Grande nº 367, Centro
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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