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Sinfra alerta que trânsito de veículos pesados pela MT-246 não é recomendado

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Motoristas que desejam se locomover entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães devem evitar a passagem pela MT-246, que liga a Estrada para Manso até o Distrito da Água Fria. A estrada de 33 quilômetros não está asfaltada e, portanto, não suporta a passagem de veículos pesados, como carretas, caminhões e ônibus, ainda mais no período de chuva.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística está com a ordem de serviço assinada para asfaltar o trecho. Por conta disso, a empresa responsável pela obra está mobilizada no local, com máquinas para dar suporte aos veículos que ficarem parados. A obra foi contratada por R$ 41,2 milhões ainda no segundo semestre de 2023.

Nesta terça-feira (26.12) após o bloqueio da MT-251 por conta das fortes chuvas e riscos de deslizamento no Portão do Inferno, muitos veículos procuraram a MT-246 como rota alternativa.

A Sinfra-MT reforça que a rota de desvio indicada entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães é seguir pelas BR-163 e 070 até Campo Verde e depois pela MT-140 e 251 até Chapada. Este caminho é completamente pavimentado e tem cerca de 200 quilômetros.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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