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Sistema Fecomércio-MT comemora 304 anos de Cuiabá com ampla programação

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As crianças irão voltar no tempo e brincar como seus pais e avós na oficina de peteca que abre a agenda de atividades, no dia 5 de abril, a partir das 17h. A proposta é que os pequenos confeccionem o brinquedo com tecido de chita, resgatando costumes de antigamente. A atividade será repetida no dia 9 de abril, no mesmo horário.

Exposição ‘Cuiabania em Tela’ 

A exposição ‘Cuiabania em Tela’ com obras do artista plástico, Walmir Leite, será aberta a visitação no dia 6 de abril, às 18h. A mostra reúne quadros que apresentam cenários da ‘Cuiabá Antiga’, desenhados a partir de uma técnica da pintura com espátula, pouco difundida entre os artistas contemporâneos.

‘Almanaque Siminino’  

No segundo dia da programação também haverá o lançamento da segunda edição do livro ‘Almanaque Siminino de Tchapa e Cruz’, na biblioteca do Arsenal. O título é voltado ao público infantil e repercute episódios históricos sobre Cuiabá a partir de ilustrações, quadros de Walmir Leite, atividades e jogos para o pequeno leitor.

 

Performance de Adriano Figueiredo 

As paredes da entrada da Rua 13 de Junho do Sesc Arsenal recebem a intervenção artística ‘Cuiabania’, assinada pelo mato-grossense Adriano Figueiredo. As cores e formas pinceladas pelo artista traduzem parte da sua ancestralidade, gerada ao som do cururu e conversas com seu avô em um largo quintal com pés de mangueira, símbolos destacados em tons vivos nas obras que dá forma.

Atendimento de Saúde 

O público também poderá cuidar do bem-estar com os atendimentos gratuitos realizados por alunos do curso Técnico em Enfermagem do Senac Cuiabá. Nos dias 6, 8 e 9, a partir das 18h, os estudantes realizam aferição de pressão, teste do índice de glicemia e verificação de peso com orientações de saúde.

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Exibição do documentário ‘Sesc Celebra Cuiabá’  

Outro destaque do evento são as exibições de três episódios dos documentários ‘Sesc Celebra Cuiabá’, produzido pela MT Sesc TV. Os dois primeiros ganham a tela do cinema do Sesc Arsenal no dia 6 de abril, às 19h, aprofundando a relação de um povo com suas origens e dos agregados à terra fértil e acolhedora chamada Cuiabá a partir da história e cultura. Já no dia 8 de abril haverá a estreia de um episódio especial sobre a Avenida 13 de junho que acompanha a evolução urbana da capital e abriga prédios centenários, como o Arsenal, que resistem ao tempo.

‘Sesc Celebra Cuiabá’ no Sesc Dr. Meirelles 

No dia 8 de abril, o evento será realizado no Sesc Dr. Meirelles. A partir das 8h, a unidade recebe a ‘Feira gastronômica’ com peças delícias regionais. As crianças se divertem em com as recreações da programação ‘Jogos, brinquedos e brincadeiras’ entre 8h e 16h, e, às 14h, toda a família curte a apresentação de siriri com o grupo ‘Flor de Atalaia’. 

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

SERVIÇO 

‘Sistema Fecomércio-MT Celebra Cuiabá’ 

Quando: 5 a 30 de abril 

Onde: Sesc Arsenal (Rua 13 de Junho, 1435 – Centro Sul, Cuiabá – MT)

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Entrada gratuita 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO ‘SISTEMA FECOMÉRCIO-MT CELEBRA CUIABÁ’ 

SESC ARSENAL  

5 de abril 

17h – Jogos, Brinquedos e Brincadeiras – Oficina de peteca I Jardim

18h – Aula Especial de ritmos regionais I Jardim

6 de abril

17h às 20h – Performance artística ‘Cuiabania’ com Adriano Figueiredo I Hall de entrada

18h – Abertura da exposição ‘Cuiabania em Tela’ de Walmir Leite I Galeria de Artes

18h – Lançamento do livro ‘Almanaque Siminino de Tchapa e Cruz’ I Biblioteca

18h – Atendimento de saúde – Senac MT I Jardim

18h40 – Apresentação de Siriri com Grupo Flor de Atalaia I Jardim

19h – Exibição do documentário ‘Sesc Celebra Cuiabá’ – História e Cultura I Cinema

19h40 – Apresentação de música com Roberto Lucialdo e Banda I Jardim

8 de abril

17h – Exposição de livros com autores cuiabanos I Varanda

18h – Atendimento de saúde – Senac MT I Jardim

18h – Feira gastronômica e economia criativa I Varanda

18h – Aula show do Senac-MT com a chef de cozinha Jeane de Souza I Jardim

19h – Estreia do documentário ‘Sesc Celebra Cuiabá’ I Cinema

19h – Apresentação de música com Pescuma, Henrique e Claudinho I Jardim

9 de abril 

17h – Jogos, Brinquedos e Brincadeiras – Oficina de Peteca I Jardim

18h – Atendimento de saúde – Senac MT I Jardim

18h – Música ao Vivo I Jardim

SESC DR. MEIRELLES 

8 de abril 

8h – Feira gastronômica

8h às 16h – Jogos, brinquedos e brincadeiras

14h – Apresentação de siriri: grupo Flor de Atalaia

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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