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Sistema Fecomércio-MT e Mixto fecham acordo para arrecadar alimentos para o Sesc Mesa Brasil

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Para utilizar o campo e o ginásio poliesportivo do Sesc Dr. Meirelles como espaço de treinamento da equipe feminina e time de base do Mixto Esporte Clube, foi assinado, nesta quinta-feira (20), termo de parceria entre o Sistema Fecomércio-MT e o clube esportivo, no qual o time se compromete a arrecadar alimentos durante suas partidas, destinando-os ao projeto ‘Sesc Mesa Brasil’. O acordo foi firmado entres os presidentes, José Wenceslau de Souza Júnior (Fecomércio-MT), e Vinicius Falcão de Arruda (Mixo E.C.).

Para Wenceslau Júnior, os benefícios da parceria com o time cuiabano será positivo para a população mato-grossense. “Nós vamos ganhar mais um parceiro neste importante projeto social do Sesc-MT e o clube vai conseguir ampliar seus projetos para desenvolver novos atletas. Tudo isso será revertido em benefício da população em situação de vulnerabilidade, com a ampliação da oferta de alimentos para as famílias mais carentes e a oportunidade de novos atletas se destacarem no mundo esportivo”.

De acordo com o termo de parceria, em eventos oficiais do time onde não houver cobrança de entrada, haverá a arrecadação de 1kg de alimento não perecível, destinado ao projeto ‘Sesc Mesa Brasil’, que é o maior banco de alimentos da América Latina. O projeto atende mais de 200 instituições cadastradas, onde se destinam os alimentos às famílias de todo o estado.

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Já o presidente do clube ressalta a importância de conseguir um novo local de treinamento para a equipe feminina. “O novo espaço para treinamento vai oportunizar que novas atletas se destaquem no mundo esportivo. Agora, mais do que nunca, essa parceria é muito importante e vai possibilitar que mais meninas busquem no esporte uma oportunidade de crescer na vida, uma vez que conquistamos, recentemente, um título brasileiro com nosso time feminino”.

Também participaram da reunião o diretor regional do Sesc-MT, Allan Serotini, o superintendente da Federação, Igor Cunha, além do diretor do time, Antero Paes de Barros. O acordo firmado entre as entidades terá duração de um ano e já será implantado nos torneios em que o time participa, o mato-grossense feminino e das categorias de base.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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