MATO GROSSO
“Sonho se transformando em realidade”, diz prefeito sobre concretagem em ponte sobre o Rio Coxipó
MATO GROSSO
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), acompanhou na manhã deste sábado (5), a entrega da última fase da etapa de concretagem da ponte sobre o Rio Coxipó que está sendo construída na Avenida Contorno Leste.
“É uma ponte que representa segurança e imponência da obra. São 75 metros de extensão, 24 metros de largura com faixa de pedestre e ciclovia passando bem no meio da ponte. Posso traduzir o momento como uma mistura de sentimentos: felicidade, emoção. É ver um sonho se transformar em realidade”, comemorou Emanuel Pinheiro.
“É uma obra transformadora não só para a região como para toda cidade. Além do mais, são 17 km de pista dupla, iluminação de led, ciclovia. É Uma realidade que veio pra ficar. É Um sonho que vem avançando a cada dia, a cada semana, a cada mês”, completou.
O projeto para construção da via estruturante, com 17,3 km, foi criado em 2020. O Contorno Leste fará a ligação da região do Distrito Industrial (Coxipó) e rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251).
O representante da empresa Trativa Engenharia, responsável por essa etapa de construção da ponte, Wallace Ferreira, explica que a obra está nos últimos detalhes, restando apenas a segunda parte do vão da lage. “Os trabalhando estão ocorrendo dentro das normas técnicas. Tudo dentro do cronograma estabelecido com a Prefeitura de Cuiabá”, garantiu Wallace.
O secretário de Obras Públicas e vice-prefeito, José Roberto Stopa, destacou que a obra do Contorno Leste representa avanço e prosperidade. Um novo eixo comercial, de desenvolvimento, melhoria da qualidade de mais de 250 mil pessoas, que residem nos 51 bairros beneficiados com a via.
“O próximo passo, já em abril, será o encabeçamento da ponte. Na sequência, vamos asfaltar. Feito isso, já será liberada a ponte para que as pessoas possam transitar. Saindo dos fundos da região do Belvedere até o bairro São João Del Rey. Já são 6 quilômetros prontos , com drenagem pronta para jogar o asfalto”, detalhou Stopa.
“A gente tem orgulho de fazer parte da gestão Emanuel Pinheiro. Eu fico imaginando o valor imobiliário que essa obra trará para a região. Um novo boom para o desenvolvimento da cidade. Sem falar da mobilidade, onde a população será muito beneficiada. A Secretaria de Governo acompanha e dá todo apoio, além de mostrar que a Prefeitura de Cuiabá trabalha e cuida de todos”, destacou o secretário municipal de Governo, Luís Cláudio de Castro Sodré.
Para o corrente ano, a via terá um total de sete quilômetros de pavimentação. A entrega do Contorno Leste vai acontecer em 2023. “Estou conversando com a Cuiabá do futuro. É isso que o Contorno Leste representa. É uma obra que veio pra ficar e transformar a nossa cidade verde”, finalizou. A visita foi acompanhada ainda pelos vereadores Adevair Cabral e Dr. Luiz Fernando, respectivamente líder e vice-líder do Governo na Câmara Municipal.
A obra recebe o investimento de R$ 125 milhões e contempla ainda o levantamento de uma ponte sobre o Rio Coxipó. A construção da via está dividida em dois percursos, sendo um de 11 quilômetros, entre o rio e a Rodovia Emanuel Pinheiro, e outro de cerca de seis quilômetros, entre a Avenida Fernando Corrêa e o rio. Cada um desses processos é executado por uma empresa diferente, vencedores dos lotes do processo licitatório.
FONTE/ REPOST: LUCAS BOLICO – OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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