MATO GROSSO
Sorriso investirá em serviços de transporte para apoio a atividades de 6 secretariais; R$ 7,4 milhões
MATO GROSSO
A administração municipal fará processo licitatório, dia 17, visando a contratação de empresa especializada em transporte rodoviário para prestar suporte às ações, programações e projetos desenvolvidos pelas secretarias municipais de Assistência Social, Saúde, Educação, Agricultura Familiar, Esporte e Cultura. Serão investidos R$ 7,4 milhões.
Será prestado apoio ao Centro de Convivência da Pessoa Idosa com passeios municipais e intermunicipais em assentamentos e distritos (onde os pacientes residem). No Centro de Referência da Assistência Social, reforçara o deslocamento de crianças e adolescentes que moram no bairro Mario Raiter e são acompanhadas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos na unidade do bairro São domingos.
Também estão previstas atividades voltadas ao transporte de pacientes de Sorriso para as demais cidades em caso de tratamentos realizados fora do município ou encaminhamentos através do SUS e também para viagens a trabalho, como cursos, campanhas, mutirões e outros eventos em campo correlacionados a equipe de servidores do município.
No setor de educacional, está no planejamento o transporte de alunos, servidores e responsáveis, visando a participação em eventos como cursos, premiações, fóruns, entre outros ligados à educação, assim como atividades em campo que ocorrerem em localidades fora dos limites do município. A frota atual é destinada somente ao transporte escolar, segundo avaliou a gestão
Só Notícias/Guilherme Araújo (foto: Só Notícias/arquivo)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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