MATO GROSSO
Trecho da MT-251 será interditado na quinta-feira (14) para retirada de árvore
MATO GROSSO
Um trecho da MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, será interditado na próxima quinta-feira (14.12) devido à necessidade de retirar uma árvore que corre o risco de desabar sobre a pista. A interdição será realizada no período de 9h às 11h, na altura do km 32, entre os acessos para o Esmeralda Eco Park e o Balneário Rio Claro.
O trânsito estará interrompido nos dois sentidos da rodovia, a 500 metros do local da árvore.
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) realiza outras ações pontuais para garantir a segurança viária da rodovia. Outras árvores com risco iminente de queda sobre a rodovia também estão sendo removidas, assim como árvores mortas que podem cair na rodovia, provocando interdições e acidentes. Também é realizada a poda de árvores.
Segundo a Superintendência Ambiental da Sinfra-MT, também estão sendo substituídas placas danificadas. O entorno do Portão do Inferno, entre os km 42 e 46 da rodovia, também tem a sinalização reforçada, informando sobre os riscos de desmoronamento na via.
Os trabalhos foram todos autorizados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), entidade federal que administra o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, já que a remoção é realizada na unidade de conservação.
A Sinfra-MT segue todas as regras impostas pelo ICMBio para a ação, como marcação das árvores com tinta atóxica, observação de árvores com presença de ovos ou filhotes e o transplante de epífitas, plantas que crescem sobre outras árvores, como é o caso das orquídeas e bromélias.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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