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Universitária é presa por tráfico de drogas; empresário é suspeito

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Uma universitária de 22 anos foi presa em flagrante no sábado (27) suspeita de comercializar drogas e divulgar a venda nas redes sociais, em Lucas do Rio Verde (a 353 quilômetros de Cuiabá).

O marido dela, que é empresário, também é suspeito de cometer o crime, mas não estava na residência do casal.

Conforme a Polícia Civil, os mandados de busca e apreensão foram cumpridos após investigação contra um marido da universitária. Ele é engenheiro agrônomo e sua esposa é estudante de psicologia.

O casal divulgava a venda de drogas nas redes sociais.

Na residência, um apartamento no bairro Alvorada, foram encontrados apetrechos que a polícia acredita que eram utilizado para a venda da droga, entre elas maconha e ecstasy.

A jovem foi presa por tráfico e associação ao tráfico de drogas. O marido dela, como não estava em casa, não foi preso.

A investigação segue em curso e é comandada pelos delegados Eugenio Rudy Junior e Marcello Maidame.

FONTE/ REPOST: LIZ BRUNETTO – MÍDIA NEWS

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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