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Vereador Dr. Ricardo Saad tem balanço positivo de ações na Capital

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Suplente de vereador, o médico Ricardo Saad (PSDB) assumiu a vaga com a saída de Renivaldo Nascimento (PSDB) para tomar posse como secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano no final de maio deste ano.
Neste período em que esteve à frente do mandato parlamentar, Saad apresentou 189 indicações de melhorias nos bairros, cinco Moções de Aplausos, dois projetos de decreto legislativo, e cinco projetos de lei.
Além disso, integrou a CPI dos Indenizatórios e participou de ações da Comissão de Saúde, fiscalizando unidades de saúde, como o Hospital São Benedito.
Uma das leis de autoria de Saad e foi sancionada pelo prefeito é a declaração de utilidade pública da Associação É o Bicho, fundada em 9 de março de 2021. A entidade de proteção aos animais é mantida por voluntários e não tem fins lucrativos.
Ele também propôs a utilidade pública municipal do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Urbana, Limpeza Pública, Áreas Verdes e Ambiental do Estado de Mato Grosso (Sindilimp/MT).
A categoria profissional do sindicato é a dos trabalhadores e trabalhadoras que exercem as suas funções, nas empresas coletoras de lixo domiciliar, urbana e rural. Inclusive, os acondicionados em lixeiras domiciliares ou em containers, nas vias e logradouros públicos, nas empresas de coleta seletiva de lixo, dentre outras atividades de limpeza.
Outra proposta importante foi o anteprojeto ao Poder Executivo estabelecendo a modalidade de teletrabalho como uma das formas de cumprimento da jornada de trabalho na Prefeitura de Cuiabá.
Os servidores que trabalharem sob esse regime teria que cumprir algumas regras determinadas em um plano de trabalho. Este seria uma descrição das atividades a serem desempenhadas pelo servidor, as metas, o cronograma de reuniões com a chefia imediata para avaliação de desempenho e eventual revisão e ajustes de metas, prazo em que o servidor estará sujeito ao regime de teletrabalho, permitidas renovações e a eventual periodicidade em que o servidor em regime de teletrabalho deverá comparecer ao local de trabalho para o exercício regular de suas atividades.
Neste ano, o vereador ainda presidiu a audiência pública para debater a nova concessão do complexo Turístico da Salgadeira. Conforme o TAC assinado em 28 de setembro, a Secretaria de Estado de Administração (Sedec) rompeu contrato de forma unilateral com a atual empresa, em agosto deste ano, e vai gerir a unidade até 14 de janeiro de 2024.
O Sesc Salgadeira deve começar a funcionar efetivamente a partir de 15 de janeiro. Contudo, a partir de 1º de janeiro, a entidade assume e fará uma fase de transição com a atual empresa.
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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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