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VÍDEO: Policiais militares reanimam motorista que sofreu infarto e bateu carro em poste; veja vídeo

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Policiais militares da 14ª Companhia da Força Tática de Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá) conseguiram reanimar o motorista que sofreu um infarto durante uma acidente de carro na manhã de quarta-feira (4). A vítima, que bateu o carro em um poste, ficou desacordada por alguns minutos.

A equipe da PM estava realizando um patrulhamento na rodovia MT-130, próximo ao Anel Viário, quando encontrou o motorista desacordado e o carro danificado.

A vítima estava usando cinto de segurança e debruçado sobre o volante do carro. Mesmo após o infarto, o motorista estava mexendo os dedos e os agentes iniciaram o processo de reanimação.

Os policiais realizaram uma massagem cardíaca e conseguiram reanimar o homem que voltou a respirar com dificuldades. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou o motorista para uma unidade médica e está com o quadro de saúde estável.

O comandante-geral da PM, coronel Alexandre Mendes, parabenizou o ato dos agentes que conseguiram salvar a vida do motorista. “Parabéns aos nossos heróis policiais militares, em especial aos PMs do Comando Regional de Rondonópolis. Quanto vale uma vida? Para nós policiais, não se tem preço. Não desistimos jamais! Mais uma vida salva!”, afirmou.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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