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CUIABÁ

AÇOITE NA MIGUEL SUTIL

Polícia tenta identificar quem contratou “cobradores do chicote”

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MATO GROSSO

A Polícia Civil tenta identificar quem contratou os “cobradores” que foram filmados chicoteando um rapaz em plena Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.

A informação é do delegado titular da Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos), Guilherme Bertoli, que é responsável pelo caso.

As imagens teriam sido feitas no mês de maio, mas o vídeo viralizou nesta semana. Na terça-feira (15), a Polícia Civil divulgou que havia identificado os autores da agressão, que acontece perto do Supermercado Big Lar e do Hotel Gran Odara.

Segundo o delegado, o grupo é formado por cinco homens e não tem um líder específico. Eles são contratados por empreitada e trabalham mediante pagamento de comissão. Ou seja, ao receberem o valor da dívida, ficavam com uma parte.

Além do homem filmado sendo agredido, o delegado afirmou que outras duas vítimas do grupo já foram identificadas.

Na terça-feira (15), foi revelado que um dos homens que aparecem no vídeo foi preso no dia 7 de agosto.

Ele tinha um mandado de prisão preventiva, que foi decretado pelo Núcleo de Inquéritos Policiais após extorquir e ameaçar uma mulher.

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O acusado foi localizado enquanto trafegava em uma caminhonete pela Rodovia Helder Cândia, na Capital.

Um segundo integrante, que também teve o mandado de prisão decretado, encontra-se foragido.

Além deles, a Polícia busca provas para comprovar o envolvimento de outros dois cobradores do grupo.

O quinto integrante que, segundo a Polícia Civil, seria Ailton Alex Nunes, morreu no dia 16 de julho ao colidir sua motocicleta BMWS 1000 em uma árvore na estrada de Chapada dos Guimarães.

As imagens

Pelas imagens é possível ver cinco homens no local, e três deles cercam a vítima.

Antes de ser açoitado com um chicote, o homem recebe um forte tapa na nuca e é empurrado pelo terreno. Com o celular em mãos, a vítima diz que irá pagar a dívida.

“Eu vou pagar. Vou mandar mensagem, vou mandar mensagem”, diz ele enquanto é chicoteado.

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MATO GROSSO

Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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