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Cattani: indígenas desnutridos podem estar vindo da Venezuela

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) declarou que os indígenas yanomamis que vivem em situação precária em Roraima podem ser oriundos da Venezuela. Apesar de lamentar o fato, para o parlamentar, isso ocorre porque os indígenas não conseguem usufruir da própria terra e cultivarem seus próprios alimentos.

Nós vemos uma situação daquela muito comum em muitos países onde o comunismo ocorre

Região com 30 mil habitantes em Roraima, a terra indígena tem atualmente crianças e idosos em estado grave de saúde, principalmente com desnutrição grave, malária e infecções respiratórias.

O cenário é tão crítico na terra indígena que o Ministério da Saúde decretou estado de emergência para combater a falta de assistência sanitária na região.

“Qualque ser humano numa situação daquela é um absurdo. Nós vemos uma situação daquela muito comum em muitos países onde o comunismo ocorre. A região ali é um pedaço pequeno no Brasil e um pedaço muito maior na Venezuela”, disse Cattani.

“Acredita-se que esses que estão desnutridos e passando fome estejam vindos da Venezuela. Isso é uma das suposições”, emendou o parlamentar.

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Cattani ainda comparou a situação dos yanomamis com os indígenas parecis, em Campo Novo do Parecis, que cultivam o próprio alimento.

“Eu acho engraçado quando as pessoas falam dos yanomamis e não falam dos parecis. Aquele povo nunca vai passar fome porque aquele povo aprendeu a trabalhar, a usufruir da terra e a ser independente. A independência indígena que nós sempre pregamos. Um caso como aquele ali é um desastre, é um absurdo”, concluiu Cattani.

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Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados em pesquisa para deputado estadual em Mato Grosso

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A corrida por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) segue marcada por um alto índice de indefinição do eleitorado. Pesquisa de intenção de voto espontânea realizada pelo Instituto Mais, por encomenda do Portal VG Notícias, revela que 62,7% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder, enquanto 20,3% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Somados, os dois grupos representam 83% do eleitorado sem um voto definido.

Entre os nomes lembrados espontaneamente pelos entrevistados, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) lidera com 1,8% das citações.

Indecisão é o principal cenário da disputa

O levantamento reforça que a eleição para deputado estadual ainda está em uma fase inicial de consolidação. Como a pesquisa foi realizada no formato espontâneo, sem apresentação de lista de candidatos aos entrevistados, o percentual elevado de indecisos demonstra que a maioria dos eleitores ainda não definiu sua escolha para a ALMT.

Além dos 62,7% que não souberam responder, os 20,3% que declararam intenção de votar em branco ou anular o voto ampliam o cenário de indefinição para mais de oito em cada dez eleitores.

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Lúdio lidera lembrança espontânea; Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados

Na pesquisa espontânea, Lúdio Cabral aparece na primeira colocação, com 1,8% das intenções de voto. Em seguida estão Dr. João (MDB), com 1,5%; Thiago Silva (MDB), com 1,4%; Gilberto Cattani (PL) e Max Russi (Podemos), ambos com 1,3%; e Eduardo Botelho (MDB), com 1,2%.

Na sequência aparecem Aldecino Lopo (Podemos) e Nininho (PSD), ambos com 0,8%, seguidos por Meraldo Sá (Podemos) e Dilmar Dal Bosco (União Brasil), com 0,7% cada. Jéssica Riva registra 0,5%, enquanto Valdir Barranco (PT) soma 0,4%.

O levantamento também registra um grupo de candidatos lembrados por 0,3% dos entrevistados. Entre eles está Alex Rodrigues, além de Moacir Couto, Zé Carlos do Pátio, Alan Porto, Diego Guimarães, Beto Dois a Um, Carlos Sirena, Ari Lafin, Léo Bortolin, Alcino Barcelos e Adenilson Rocha.

Segundo o relatório divulgado, candidatos com percentual inferior a 0,3% não foram individualizados na tabela da pesquisa.

Como foi realizada a pesquisa

O levantamento foi conduzido pelo Instituto Mais entre os dias 21 e 26 de julho de 2026, ouvindo 1.200 eleitores em diferentes municípios de Mato Grosso.

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A pesquisa possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A definição da amostra utilizou informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os Censos Demográficos de 2010 e 2022.

O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-05675/2026 e BR-07878/2026.

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