Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

“Emanuel é o pior prefeito de Cuiabá, gestão é incompetente”

Publicados

MATO GROSSO

O deputado federal Fábio Garcia (União) afirmou que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) é o pior gestor da história de Cuiabá.

O parlamentar é um dos interessados em disputar o comando do Alencastro nas eleições municipais de 2024.

Para mim Emanuel Pinheiro é o pior prefeito da história de Cuiabá. Nunca tivemos uma gestão tão incompetente e tão corrupta quanto esta. E o reflexo está ai na rua”, afirmou nesta segunda-feira (17).

Garcia, que tem estado na Capital nas últimas semanas, disse que pode ver de perto a situação da cidade, que, segundo ele, está abandonada pela Prefeitura.

Em suas visitas às unidades de Saúde de Cuiabá, o deputado afirmou que ficou entristecido com o estado lamentável que se encontram as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Policlínicas.

“E infelizmente não é só a Saúde. É só andar nos bairros que você vê como a cidade está abandonada, tomada por buracos, sem investimentos, mal cuidada”, disse.

O parlamentar ainda defendeu que apenas uma grande mudança será capaz de melhorar a situação de Cuiabá.

Leia Também:  Governo de MT repassa R$ 3 milhões para construção de farmácia e laboratório em Carlinda

Segundo ele, seria importante que a nova gestão da Capital trabalhasse em harmonia com o Governo do Estado. Algo que não acontece hoje devido à rixa entre o governador Mauro Mendes (União) e o prefeito Emanuel Pinhiero.

“O melhor caminho para cidade de Cuiabá é ter um alinhamento enTre prefeitura e o Governo do Estado. Ainda mais tendo a oportunidade de ter um governo forte, com capacidade de fazer investimento e um governador que ama essa cidade”, afirmou.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

Publicados

em

Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

Leia Também:  Seciteci abre inscrições para curso gratuito de Programador de Sistemas

A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

Leia Também:  Mato Grosso dá o primeiro passo para a comercialização de créditos de carbono

O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA