A VERDADE POR TRÁS DA MENTIRA
Juca ganha de escritor livro que conta história de Filinto Müller
MATO GROSSO
O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) recebeu nesta terça-feira (19) o jornalista e escritor João Carlos Vicente de Ferreira. Durante a visita em seu gabinete na Assembleia Legislativa, o parlamentar foi presenteado com o livro “Filinto Mulher – A verdade por trás da mentira”.
Neste ano, completa 50 anos da morte do militar e ex-senador. A obra busca relatar a trajetória de vida e política dessa personalidade política que marcou época.
“Estou recebendo o escritor mato-grossense João Carlos Vicente de Ferreira e ganhei uma obra que conta a história de Filinto Müller. Faz 50 anos da morte dele, um ilustre cuiabano. Vou fazer a questão de fazer a leitura e também conhecer um pouco mais da história de Filinto Müller”, agradeceu o deputado.
O escritor destacou que o livro busca corrigir fatos da biografia do ex-senador.
“É uma obra que é que busca limpar a biografia do Felinto Müller, se não limpa pelo menos contribui para isso. Uma pessoa que teve uma trajetória de vida pública e também parlamentar brilhante em prol de Mato Grosso e do país, mas foi por conta de uma vingança pessoal, ele foi execrado na vida pública e ele teve uma morte brusca, por um acidente aéreo em 1973, e não deu tempo dele em vida se retratar. Então, este trabalho de certa forma busca contribuir que isso faça que as pessoas que reflitam melhor”, ressaltou.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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