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Justiça derruba programa de Neri com ataques a Wellington

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O juiz da Propaganda Eleitoral Fabio Henrique de Moraes Fiorenza determinou neste domingo (4) que todas as inserções de Neri Geller (PP) com ataques a Wellington Fagundes (PL) seja retirado do ar.

 

Além disso, que seja removido de todas as redes sociais vídeo da campanha do candidato Neri Geller, com o mesmo teor. A remoção do conteúdo deve acontecer dentro do prazo de 24 horas, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil.

 

Na decisão, o magistrado determinou ainda que seja oficiado ao Youtube/Google para que informe a origem do impulsionamento via ADS, o valor dispendido e o número de pessoas alcançadas pela publicação. Ou seja, na sua campanha de difamação contra seu adversário, Neri Geller ainda gastou recursos públicos.

 

De acordo com a Lei Eleitoral, é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos políticos, federações, coligações, candidatas, candidatos e representantes.

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O juiz da Propaganda Eleitoral observa também que o conteúdo da acusação “não observa os preceitos legais que disciplinam a propaganda eleitoral na internet, eis que se trata de propaganda negativa e na modalidade de vídeo veiculado na rede mundial de computadores”.

 

Antes dessa decisão, o Justiça Eleitoral já havia suspendido os vídeos de Neri contra Wellington. A peça publicitária violava flagrantemente a legislação eleitoral.

 

Ficha limpa, Wellington Fagundes não é investigado em qualquer procedimento judicial, ao contrário de Neri Geller, que perdeu mandato de deputado federal por crime eleitoral e ainda teve decretada sua inelegibilidade por 8 anos após ficar demonstrado manipulação ilegal de fundos eleitorais.

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Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados em pesquisa para deputado estadual em Mato Grosso

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A corrida por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) segue marcada por um alto índice de indefinição do eleitorado. Pesquisa de intenção de voto espontânea realizada pelo Instituto Mais, por encomenda do Portal VG Notícias, revela que 62,7% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder, enquanto 20,3% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Somados, os dois grupos representam 83% do eleitorado sem um voto definido.

Entre os nomes lembrados espontaneamente pelos entrevistados, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) lidera com 1,8% das citações.

Indecisão é o principal cenário da disputa

O levantamento reforça que a eleição para deputado estadual ainda está em uma fase inicial de consolidação. Como a pesquisa foi realizada no formato espontâneo, sem apresentação de lista de candidatos aos entrevistados, o percentual elevado de indecisos demonstra que a maioria dos eleitores ainda não definiu sua escolha para a ALMT.

Além dos 62,7% que não souberam responder, os 20,3% que declararam intenção de votar em branco ou anular o voto ampliam o cenário de indefinição para mais de oito em cada dez eleitores.

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Lúdio lidera lembrança espontânea; Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados

Na pesquisa espontânea, Lúdio Cabral aparece na primeira colocação, com 1,8% das intenções de voto. Em seguida estão Dr. João (MDB), com 1,5%; Thiago Silva (MDB), com 1,4%; Gilberto Cattani (PL) e Max Russi (Podemos), ambos com 1,3%; e Eduardo Botelho (MDB), com 1,2%.

Na sequência aparecem Aldecino Lopo (Podemos) e Nininho (PSD), ambos com 0,8%, seguidos por Meraldo Sá (Podemos) e Dilmar Dal Bosco (União Brasil), com 0,7% cada. Jéssica Riva registra 0,5%, enquanto Valdir Barranco (PT) soma 0,4%.

O levantamento também registra um grupo de candidatos lembrados por 0,3% dos entrevistados. Entre eles está Alex Rodrigues, além de Moacir Couto, Zé Carlos do Pátio, Alan Porto, Diego Guimarães, Beto Dois a Um, Carlos Sirena, Ari Lafin, Léo Bortolin, Alcino Barcelos e Adenilson Rocha.

Segundo o relatório divulgado, candidatos com percentual inferior a 0,3% não foram individualizados na tabela da pesquisa.

Como foi realizada a pesquisa

O levantamento foi conduzido pelo Instituto Mais entre os dias 21 e 26 de julho de 2026, ouvindo 1.200 eleitores em diferentes municípios de Mato Grosso.

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A pesquisa possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A definição da amostra utilizou informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os Censos Demográficos de 2010 e 2022.

O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-05675/2026 e BR-07878/2026.

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