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Pesquisa Revela: Dr. Adilson Lidera em Barra, Enquanto Fátima e Beto Enfrentam Alta Rejeição

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Em mais uma rodada de pesquisa eleitoral realizada no município de Barra do Garças, a empresa PercentBrasil Pesquisa e Informação, entrevistou 600 pessoas, entre os dias 28 a 31 de agosto de 2024. Os dados apresentados têm margem de erro é de 3,97% para mais ou para menos e intervalo de confiança em 95%.

No cenário estimulado, onde é apresentado nomes dos candidatos, com seguinte pergunta “se as eleições para prefeito fossem hoje em quem o senhor(a) votaria?”. O resultado apurado foi: Dr. Adilson (União) com 52,1% das intenções de voto, Roberto Farias (PL) em segundo colocado com 23,2%, em terceiro lugar a candidata Professora Fátima Resende (PT) 2,3%. Os nulos e brancos são 1,4%, não souberam responder e indecisos 18,0% e não responderam 3,0%.

Quando o cenário muda para espontâneo, não é apresentado nome de nenhum candidato, Dr. Adilson dispara com 43,8%, Roberto Farias tem 19,5% das intenções de voto. A Professora Fátima Resente está com apenas 0,8%. Os votos nulos e brancos somam 0,2%, não souberam e indecisos 35,2%, e os que não quiseram responder em 0,4%.

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Na rejeição estimulada entre os candidatos que estão disputando as eleições, Professora Fátima Resende é a mais rejeitada com 21,2%, seguido de Roberto Farias 17,5% e Dr. Adilson 8,8%. Os que não rejeitam ninguém, não souberam responder e não quiseram somam 52,5%.

DADOS PESQUISA

O levantamento foi realizado pela empresa PercentBrasil Pesquisa e Informação e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MT-03004/2024, entrevistou 600 pessoas entre os dias 28 a 31 de agosto de 2024. A base de dados eleitoral é 46.634 eleitores, fonte: (Tribunal Superior Eleitoral/julho 2024). A pesquisa quantitativa “com técnica de Survey de Opinião”, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, teve como estatístico responsável, Nathany Luzia de Oliveira Conre 1 e 5 nº c10965. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3,98% para mais ou para menos, o que confere confiabilidade aos resultados obtidos.

Dos entrevistados 52,7% são do sexo feminino e 47,3% masculino. Idade/faixa etária: 16-24 anos (12,8%), 25-34 anos (19,5%), 35-44 anos (19,8%), 45-59 anos (26,3%) e acima de 60 anos (21,5%). Grau de escolaridade: analfabetos / lê e escreve (5,3%), ensino fundamental completo-incompleto (28,7%), ensino médio completo-incompleto (37,5%), superior completo-incompleto (28,3%). Não responderam: 0,2%. Nível socioeconômico: Ganham até de 1 salário mínimo (9,2%). Entre 1 a 2 Salários Mínimos (39,0%), de 3 a 5 salários (39,2%). de 5 a 10 salários (2,7%) mais de 10 salário (0,2%).

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A pesquisa percorreu os bairros: Santo Antônio, São João, Centro, São Sebastião, Nova Barra, Jardim Mariano, Jardim Piracema, BNH, Vila Maria, Recanto das Acácias, Ouro Fino I e II, Zeca Ribeiro, Jardim das Mangueiras, Sena Marques, Anchieta, Nova Horizonte, Cohab, Vila Varjão, Campinas, Jardim dos Ipês, São José, Jardim Cristino Cortes, Vila União, Jardim Toledo, Pitaluga, Jardim Amazônia, Jardim Palmares, Jardim Paraíso, São Banedito, Morada do Sol, além dos distritos Vale dos Sonhos e Indianópolis.

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Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

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Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

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Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

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Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

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