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Alunos são proibidos de votar em audiência que decidirá sobre militarização de escola em VG

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Representante do grêmio estudantil discurso em protesto contra militares na Escola Adalgisa de Barros (Foto: Gabriel Padilha/ Isso É Notícia)

Alunos da Escola Estadual Adalgisa de Barros, em Várzea Grande, denunciaram que foram proibidos de votar na audiência pública organizada pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) que decidirá sobre a militarização da unidade escolar.

Segundo ele, a proibição é uma manobra da Seduc, já que a maioria dos alunos é contra a proposta.

“É um aburdo o aluno poder votar para presidente, para prefeito, para governador e não poder votar para decidir se a escola será militarizada”, comentou a vereadora Professora Eucaris Arruda. 

A unidade só oferece ensino médio, o que significa que os estudante têm entre 15 anos ou mais.

Alunos fizeram um protesto na tarde desta segunda-feira (23) em frente à escola, horas antes do início da audiência pública, marcada para às 19h.

Eles prometem recorrer à Justiça contra a proibição do voto e consideram como arbitrária a decisão da Seduc.

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Os alunos dizem ser contra a presença dos policiais na escola como intimidatória e preveem cerceamento da liberdade no espaço escolar e também questionam o fato de a Seduc ter convocado e realizado a audiência durante as férias escolares.

Segundo a Secretaria, alunos menores de 18 anos só poderiam votar na presença dos pais, o que para os alunos é um absurdo.

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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