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Clubes da Libra assinam contrato de exclusividade com Mubadala para vender direitos do Brasileirão

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Os oito clubes da Série A que compõem a Libra assinaram nesta sexta-feira um contrato de exclusividade com o fundo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes Unidos, para a negociação da venda de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro a partir de 2025.

A assinatura do documento de exclusividade não representa venda imediata dos direitos, mas representa um compromisso dos clubes de que apenas acessarão o mercado em bloco e via Libra. A expectativa é de que as tratativas pelos direitos de TV avancem a partir de agora, com esse entendimento.

Na semana passada, os sete clubes da Série B que fazem parte da Libra já haviam assinado acordo do tipo e receberam R$ 3 milhões de adiantamento.

  • Série A: Flamengo, Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Grêmio, Santos, Bahia e Red Bull Bragantino;
  • Série B: Vitória, Ponte Preta, Guarani, Ituano, Mirassol, Novorizontino e Sampaio Corrêa.

– A todo momento tentam criar factoides de que o Palmeiras poderia ir para outro lado. Mas eu sempre estive firme e convicta de que o melhor para o Palmeiras e para o futebol brasileiro é o modelo da Libra. Assim, nos reunimos nesta sexta-feira, em um encontro muito produtivo e promissor. A assinatura do contrato de exclusividade nos dá mais tranquilidade para seguirmos com a negociação dos direitos. E, não tenho dúvidas, de que alcançaremos patamares jamais imaginados, gerando uma evolução inédita para o futebol brasileiro – disse Leila Pereira, presidente do Palmeiras.

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Como não houve unidade entre os clubes que compõem as Série A e B do Brasileirão, a formação de uma liga emperrou por ora. Assim, os esforços passaram a se concentrar na venda dos direitos de TV.

Além da Liga Futebol Forte, que já existia, na última quinta-feira foi criado um novo grupo formado por Botafogo, Coritiba, Cruzeiro e Vasco.

O Mubadala Capital é um fundo de investimentos dos Emirados Árabes, cujo principal acionista é o governo do país. De acordo com o site do fundo, no Brasil há um investimento até o momento: o fundo comprou 65% de um porto privado na Ilha da Madeira, em Itaguaí, no Rio de Janeiro.

GE

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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