MATO GROSSO
“Entrar em 2022 sem considerar o piso salarial da enfermagem é desrespeito à categoria”, diz Emanuelzinho
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Pouco antes do recesso parlamentar, o Senado aprovou a proposta que estabelece o piso nacional da enfermagem. No entanto, o texto pode voltar a ser debatido do zero na Câmara ao invés de ir direto à apreciação no plenário. A possibilidade do projeto ser barrado, tem causado resistência da categoria e também de deputados como Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT).
“Entrar 2022 sem considerar o piso salarial da enfermagem é desrespeito à categoria e a todos os profissionais que nesses dois anos se desdobraram para combater a pandemia, sem medir esforço ou horário, salvando vidas”, disse Emanuelzinho.
Apesar de parlamentares já terem apresentado requerimento de urgência, há uma chance de que o piso nacional da enfermagem volte a tramitar em comissões temáticas. Essa possibilidade tem gerado polêmica.
“Entendo que a estipulação do piso de alguma maneira vai impactar o orçamento. No entanto, outras categorias foram inseridas este ano e não é justo, atrasar a valorização dos técnicos e enfermeiros, sendo que se faz clara a necessidade e urgência de alinhar essa injustiça salarial. Claro, que se for às comissões, estarei presente dando o meu apoio a toda a categoria de enfermagem, mas hoje, minha visão é de que a luta é para avançar”, disse o parlamentar.
O Senado Federal já aprovou as propostas que fixam em R$4.750,00 o piso para enfermeiros, 70% desse mesmo valor aos auxiliares e 50% para as parteiras. Tudo com reajuste anual, baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor.
– Da assessoria
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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