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“Entrar em 2022 sem considerar o piso salarial da enfermagem é desrespeito à categoria”, diz Emanuelzinho

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Pouco antes do recesso parlamentar, o Senado aprovou a proposta que estabelece o piso nacional da enfermagem. No entanto, o texto pode voltar a ser debatido do zero na Câmara ao invés de ir direto à apreciação no plenário. A possibilidade do projeto ser barrado, tem causado resistência da categoria e também de deputados como Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT).

“Entrar 2022 sem considerar o piso salarial da enfermagem é desrespeito à categoria e a todos os profissionais que nesses dois anos se desdobraram para combater a pandemia, sem medir esforço ou horário, salvando vidas”, disse Emanuelzinho.

Apesar de parlamentares já terem apresentado requerimento de urgência, há uma chance de que o piso nacional da enfermagem volte a tramitar em comissões temáticas. Essa possibilidade tem gerado polêmica.

“Entendo que a estipulação do piso de alguma maneira vai impactar o orçamento. No entanto, outras categorias foram inseridas este ano e não é justo, atrasar a valorização dos técnicos e enfermeiros, sendo que se faz clara a necessidade e urgência de alinhar essa injustiça salarial. Claro, que se for às comissões, estarei presente dando o meu apoio a toda a categoria de enfermagem, mas hoje, minha visão é de que a luta é para avançar”, disse o parlamentar.

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O Senado Federal já aprovou as propostas que fixam em R$4.750,00 o piso para enfermeiros, 70% desse mesmo valor aos auxiliares e 50% para as parteiras. Tudo com reajuste anual, baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor.

– Da assessoria 

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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