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Estudante de MT morre com 10 tiros em chacina do Paraguai

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Rhannye Jamilly De 18 anos foi assassinada com 10 tiros de fuzil durante a chacina que ocorreu no Paraguai. A menina que é natural da cidade de Caceres (220 km de Cuiabá), estava na frente da casa de eventos em Pedro Juan Caballero, na madrugada do último sábado.

Também morreram no massacre Vicente Álvarez Grance, a filha do governador do Departamento de Amambay, Haylee Carolina Acevedo Yunis e outra brasileira Kaline Reinoso, de 21 anos, de Dourados (MS). Rhannye e Kaline faziam faculdade de medicina no Paraguai.

“Não dá para acreditar,descanse em paz minha princesa”, comentou uma amiga de Rhannye que dizia apostar em um futuro promissor da amiga.

Foram realizados mais de 100 disparos de fuzil de vários calibres. Osmar Vicente Álvarez Grance, 32 anos, o “Bebeto”, foi executado com 31 tiros principalmente no rosto que foi quase desfigurado. Haylee Carolina Acevedo Yunis foi atingida com 6 tiros, Kaline Reinoso de Oliveira, atingida com 14 tiros, e a mato-grossense Rhanye Jamilly foi executada com 10 tiros.

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Sabe-se, até então, que o principal alvo dos pistoleiros era o Bebeto. Contudo, como o veículo foi alvejado de todos os lados, suspeita-se que os outros mortos também figuravam como alvos da chacina. Até o momento o suspeito não foi encontrado.

(Fonte/ Sonora: Olhar Direto)

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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