MATO GROSSO
Garota de programa mata homem de 43 anos por querer relacionamento exclusivo
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Uma garota de programa foi presa em flagrante por suspeita de ter matado Carlos Roberto de Oliveira, de 33 anos, nessa segunda-feira (30), em Tabaporã (a 670 km de Cuiabá). Ela confessou ter cometido o crime por ciúmes, já que queria ter relacionamento sério com a vítima, que também tinha relações com outras mulheres.
O corpo de Carlos Roberto foi encontrado em uma estrada na zona rural da cidade, com ferimentos causados por disparo de arma de fogo na cabeça perto de uma moto.
Durante as investigações, os policiais conversaram com outra mulher que também tinha relacionamento com a vítima. Inicialmente, ela negou ter encontrado Carlos Roberto, mas depois confessou que haviam se encontrado. No entanto, ela negou ter cometido o crime.
Com base no depoimento, a Polícia Civil identificou a suspeita, que também negou o crime. Ela estava com uma arma. As evidências encontradas pela equipe de investigação apontavam envolvimento da mulher.
Ela confessou o crime e foi autuada pelo delegado Bruno Palmiro pelo homicídio.
“Evidências apontavam para ela, que acabou confessando o crime que foi motivado por ciúmes. Ela é profissional do sexo e passou a querer exclusividade com a vítima, que também se relacionava com outras mulheres”, explicou o delegado.
FONTE/ REPOST: BRUNA BARBOSA – OLHAR DIRETO
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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