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Jovem que estava desaparecido é encontrado decapitado e enterrado em parque

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O corpo de Guilherme Rodrigues de Lima, de 27 anos, foi encontrado na tarde desta sexta-feira (7) em um parque florestal no município de Sinop (a 479 km de Cuiabá). A vítima teve sua cabeça arrancada, e estava enterrada ao lado do corpo. Guilherme estaria desaparecido desde o último dia 4 de janeiro.

De acordo com informações da Polícia Civil o corpo foi encontrado por volta das 12h de ontem (7) na em uma região de reserva florestal, em um parque. A Polícia Militar foi a primeira acionada e comunicou os policiais civis da Central de Flagrantes já por volta das 16h04.

Os investigadores foram até o local e verificou que é frequentado por usuários de drogas. A vítima estava enterrada prróximo a uma lagoa. O braço direito dela estava parcialmente exposto. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados e, quando começaram a desenterrar o corpo, perceberam que a vítima tinha sido decapitada.

Em continuação no trabalho de perícia, a cabeça foi encontrada enterrada ao lado. Foram identificadas várias perfurações no tórax da vítima, aparentando ter sido provocadas por arma branca. O corpo então foi encaminhado ao IML para que passasse pelos procedimentos legais. A Delegacia de Homicídios foi responsável por identificar a vítima. A Polícia Civil ainda investiga o caso.

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FONTE/ REPOST: VINICIUS MENDES- OLHAR DIRETO

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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