MATO GROSSO
Mudas de árvores frutíferas são distribuídas pelo Projeto Cuiabá Cidade Verde no CPA4
MATO GROSSO
Neste sábado (16), o Projeto Cuiabá Cidade Verde, do vereador Juca do Guaraná Filho (MDB), realizou a entrega de mudas frutíferas para os moradores do bairro CPA 4. A população que passou pelo local pode escolher entre uma grande variedade de mudas como acerola, tamaringo e goiaba.
É a segunda vez esse ano que a região do CPA recebeu o Projeto, mas o objetivo é percorrer diversos bairros de Cuiabá e distribuir milhares de mudas ao longo do ano. “A nossa meta é distribuir 30 mil mudas para que possamos voltar a ter o título de Cuiabá Cidade Verde”, enfatiza Juca.
Um dos moradores da região, Manoel Ribeiro, elogiou o projeto e reforçou a sua importância. “Esse projeto é elementar, é disso que precisamos. Apesar da nossa cidade se chamar cidade verde, estamos perdendo o verde. Isso aqui é um reflorestamento que vem reforçar o nome da cidade”, disse ele.
O presidente da Câmara de Cuiabá garante que o Projeto vai chegar a diversos locais da Capital. “Vamos percorrer os bairros de Cuiabá para que toda a nossa cidade possa ter uma muda distribuída pelo nosso Projeto Cuiabá Cidade Verde”, informa o vereador Juca do Guaraná.
O Projeto é uma parceria com Viveiros Mato Grosso e nasceu de um dos ideais defendidos pelo vereador Juca que é a preservação ambiental e o desejo de ver Cuiabá se tornar novamente conhecida como Cidade Verde.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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