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Mulher vê mensagens de outras no celular do marido e é espancada com criança no colo

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Uma mulher de 21 anos foi espancada pelo companheiro, também de 21 anos, na madrugada deste sábado (1) em Várzea Grande, após ver mensagens de outras no celular dele. Quando apanhou, ela estava com uma criança, filha dos dois, no colo.

De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, o caso aconteceu no Jardim das Oliveiras por volta de meia noite. A mulher viu as mensagens e quebrou o celular do companheiro. Ele, então, a enforcou, deu socos e causou hematomas em suas costas e olho esquerdo. O homem também estragou o celular da mulher.
 
A Polícia Militar, então, foi acionada e se encaminhou até o local. Ao chegar, os militares identificaram a situação de violência doméstica.
 
Os dois foram encaminhados à central de flagrantes para providências pertinentes. O suspeito foi levado sem a necessidade de uso de algemas e apresentado sem lesões corporais.

FONTE/ REPOST: ISABELA MERCURI – OLHAR DIRETO 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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